24/02/10

Meu chefe enrabou minha esposa na minha frente

Aquela noite seria especial para mim. Havia convidado meu chefe para jantar em casa depois de eu ter conseguido obter êxito em fechar um grande negócio para a empresa. Há bastante tempo eu esperava uma promoção e ainda não havia entendido o porquê de não ter conseguido, já que outros funcionários muito inferiores já tinham alcançado isso, e esperava abordar o assunto com meu chefe. Ele era um sujeito bem alto e musculoso, negro, adepto de esportes como tênis e squash, um pouco arrogante, mas acho que todo chefe é assim mesmo. Liguei para minha esposa do próprio escritório e lhe contei meus planos, pedindo para que ela deixasse tudo preparado. Depois do expediente, fomos no Mercedez prata dele até minha casa.

Minha esposa nos recebeu prontamente. Ela não só era, como também estava linda. Ela é descendente de japoneses, e é bem pequenina, embora possua um corpo invejável. Possuía seios robustos e grandes e, embora não possuísse um quadril muito largo, tinha um bumbum muito arrebitado e cheio, além de um par de coxas bem grossas. Naquela noite ela estava bem sexy com um vestidinho preto de alcinhas no ombro e bem justinho e coladinho ao corpo, o que salientava seus seios avantajados e as formas de suas coxas grossas. Como a comida ainda demoraria um pouco a sair, entramos e começamos a conversar os três na sala de estar, eu e minha esposa em um sofá e meu chefe no outro de frente para nós.

Eu comecei a perceber os olhares gulosos que ele dedicava a minha esposa, ora aos seios, ora as pernas, mas nada falei com medo de desagradá-lo, e sempre que podia tocava no assunto da promoção e do motivo de não ter saído ainda. Em uma olhada para minha esposa, achei que a mesma estivesse com as pernas um pouco abertas demais, entretanto, também deixei para lá, já que, querendo ou não, o fato do meu chefe olhar suas coxas não ia arrancar pedaço. Foi quando um fato inusitado aconteceu.

Ouviu-se um estrondo enorme lá fora e simultaneamente todas as luzes apagaram. Com certeza, o transformador havia estourado. Pedi calma e disse que iria até a cozinha para pegar um lampião que tínhamos guardado no armário. Demorei alguns minutos, devido a escuridão, mas consegui achar e acender o lampião, que apesar de ser uma peça antiga, iluminava bastante o ambiente.

Voltei para a sala com o lampião na mão, mas parei na porta estarrecido com a cena que vi diante dos meus olhos! Meu chefe estava em pé, com as calças arriadas, e minha esposa de joelhos na frente dele massageando uma piroca preta enorme! Era uma rola realmente imensa, e bem gorda, com uma grande cabeça roxa, pulsando de tesão entre as mãos pequeninas e delicadas de minha esposa, que apenas sorria para mim maliciosamente. Meu chefe também sorriu para mim e falou: “Tá vendo, amigo? Tá entendendo agora porque sua promoção demorou tanto? Mas se sua esposa trabalhar direitinho, amanhã mesmo você muda de sala!”.

Eu não sabia o que fazer ou falar, e por isso mesmo continuei parado e mudo. Minha esposa manejava o imenso cacete preto com maestria e, mesmo com um pouquinho de dificuldade, foi enfiando a rola boquinha adentro. Seus olhos de nissei chegavam a estar arregalados de tesão. Era a primeira vez que ela via uma rola preta, e tão grande, e parecia querer aproveitar cada centímetro. Ela envolvia a glande roxa com os lábios e dava algumas chupadas suaves e demoradas, e depois ia lambendo todo o corpo do pênis com a língua até chegar na base, quando então sugava cada bola preta e pentelhuda do negão.

Mesmo sem querer aquilo, meu pau tomou volume dentro de minhas calças. Minha esposa parecia ignorar minha presença. Suas pequenas mãos agarraram as nádegas do meu chefe e passaram a impulsioná-las para frente e para trás, a fim de movimentar o cacete dentro de sua boca. Meu chefe delirava de prazer fudendo a boca de minha mulher! A tora entrava quase toda, enchendo a bochecha dela e entupindo sua garganta. Após alguns minutos nesta gostosa sacanagem, minha esposa levantou e mandou-o ficar totalmente pelado. Ela retirou lentamente as alcinhas do vestido do ombro e deixou o vestidinho deslizar pelas suas pernas. Vi os olhos do meu chefe saltarem ao contemplarem os seios volumosos com mamilos durinhos de desejo, as coxas grossas e bem definidas e, principalmente, a rachinha pequenina e depilada dela.

Eu não acreditava no que via! Minha própria mulher havia tomado as rédeas da putaria e mandou que meu chefe deitasse no tapete da sala. Ela então ficou de cócoras encima de seu rosto e começou a esfregar lentamente a sua xereca naquela língua vermelha e sedenta. Apesar da pouca luz, eu podia ver a língua grossa entrando e saindo com rapidez da rachinha de minha mulher que pingava de tão molhada. O quadril dela rebolava cada vez mais rápido anunciando o que eu não queria acreditar! Ela olhou para mim com os olhos bem abertos e gritou: “Amor...não agüento mais! Vou gozar...vou gozar...vou gozaaaaaaaaaaaaaarrrrrrrrrrrr!”. Seu grito foi tão alto como a velocidade com que esfregava a xereca na cara do meu chefe! Seu rosto negro estava brilhando de tanto caldo e minha esposa já havia perdido o próprio controle de tanto tesão que sentia, esfregando a buceta nos olhos, nariz, boca, bochecha...enfim, na cara toda dele! “Ai, amor...que delícia...”.

Eu sentei no sofá e a tudo apenas assistia, já que meu pau já estava querendo rasgar as calças de tão duro. Minha esposa estava uma verdadeira puta! “Vem, cá, crioulão...tá na sua vez de gozar nesta xerequinha oriental, tesudo!”. Os dois levantaram e ela passou os braços em redor do pescoço dele. “Me tira do chão e me faz gozar de novo, teu puto!”. Meu chefe não esperou um segundo. Agarrou suas nádegas com as mãos e a levantou do chão. Minha mulher cruzou as pernas em volta de seu corpo e com a mão posicionou a pirocona na entrada da buceta. Não acreditei no que ouvi dela. “Agora me leva até o sofá onde está sentado meu corninho e fode esta xereca na cara dele que ele gosta!”. Meu chefe deu uma risada sacana e veio com minha esposa trepada nele e com a piroca ainda na portinha da grutinha.

Fiquei imóvel mas não posso negar que minha pica saltou de tesão. Ele parou com a bunda da minha esposa quase na minha cara! “Agora me fode, teu puto!”. As mãos do negão arreganhavam as nádegas de minha mulher e eu pude ver a xerequinha dela abrir-se lentamente e envolver o tronco negro e duro como aço com seus lábios pequeninos. Minha esposa gemia enquanto a jeba ia sumindo pelo buraquinho em direção ao útero! Nunca achei que minha esposa fosse capaz daquilo! As bolas do negão encostaram em seu rabo, e meu chefe começou então a fuder com violência a buceta dela. Minha esposa estava sendo literalmente arrombada e gritava num misto de dor e prazer a cada arremetida daquela bela rola. Fudiam com tanta força que a bundinha dela ás vezes batia no meu rosto. As veias da piroca dele pareciam saltar enquanto ele atolava a piroca como uma máquina de sexo. Minha mulher, totalmente arreganhada, movimentava o quadril o máximo que podia para ser preenchida por completo por aquele membro viril.

O negão judiava de mim: “Olha tua puta sendo fudida por este crioulo, teu corno! Vou fazê-la gozar na tua cara!”. Minha mulher não agüentou ouvir aquilo. Abraçou-se bem forte no corpo másculo daquele macho e gozou novamente, com fúria, como que querendo engolir o pau do negão com sua buceta. Minha esposa já estava quase desfalecida. O meu chefe puxou o cacete e eu pude ver o estrago realizado. Um buraco enorme indicava a pica de jumento que havia arrombado a xereca de minha mulher. Minha esposa não queria saber de descansar. Chupava a piroca dura como aço, querendo ganhar tempo para a última etapa. Ela não só sabia como queria fazer o que o eu estava pensando. “Vai, meu querido corninho...pega a vaselina para sua putinha, vai.”. Eu não acreditei mas obedeci assim mesmo. Fui até o quarto e peguei o tubo de vaselina na cabeceira ao lado da cama e voltei para a sala.

Ela já estava de quatro chupando o caralho preto. “Agora passa no rabinho de sua esposa putinha, amor, enquanto eu continuo a lubrificar esse pauzão!”. Eu tirei uma enorme quantidade de creme e passei em todo seu anelzinho. A pedido dela, enfiei primeiro um, depois dois dedinhos no seu cuzinho para acostumar um pouco. O meu chefe gemia já em um tesão antecipado de poder enrabar um cuzinho oriental. Ele postou-se atrás de minha mulher e apontou a pica para o rabinho já lubrificado. Com as mãos segurou as ancas dela e começou a forçar a entrada daquele cacetão preto na sua bunda. Mesmo com tanta lubrificação, a piroca avançava com dificuldade, devido a seu imenso tamanho. Minha mulher gemia, com os olhos fechados e os dentes cerrados, proferindo palavras sem sentido.

Resolvi ajudar. Enquanto o meu chefe fazia leves movimentos pra frente e pra trás a fim de atolar totalmente a pica naquele rabo, eu ia esfregando mais vaselina nas bordas do buraquinho dela e no que restava do pênis. Parece que aliviou um pouco, pois a piroca começou a escorregar mais fácil e os gemidos de prazer de minha mulher aumentaram. “Isso, tesão...enfia esse cacetão preto no meu cú branquinho...olha querido, seu chefe me enrabando bem gostoso...vou querer essa rola me jantando sempre aqui na nossa casa...na sua frente, corninho!”. A bundinha pequenina e macia já havia se acostumado a presença do membro e suas nádegas se abriam e fechavam envolvendo o pênis negro e avantajado. Os bagos duros e pentelhudos batiam na bunda enquanto eram dadas estocadas firmes e vigorosas. O negão começou a dar fortes tapas de mão aberta no seu rabo branquinho, que começou a avermelhar-se. Os seios fartos balançavam freneticamente devido a força com que eles fudiam. O negão castigava minha mulher dando-lhe uma surra de pica que ela nunca tinha levado na vida. Eu não agüentei mais e saquei meu pau para fora da calça e comecei uma punheta vigorosa, assumindo meu papel de corno manso. Meu chefe começou a acelerar os movimentos com fúria e retirou a pirocona do cú dela anunciando o gozo. Minha esposa arreganhou as nádegas com as mãos, mostrando o imenso buraco arrombado de seu cú que parecia pedir para beber toda porra do mundo. A ejaculação veio forte, fazendo a piroca negra pulsar, soltando uma quantidade imensa de porra bem grossa dentro do cú dela. O caldo escorria do buraco para a buceta e as coxas. Eu também não agüentei. Enquanto minha esposa virou-se para sugar com seus lábios sedentos as últimas gotas de porra da pica do negão, a visão do cú arrombado acelerou meu gozo e soltei toda minha porra de corno retida no cú que já estava completamente melado. Meu chefe sorriu bem sacana e falou: “Parabéns pelo seu novo cargo, amigo. E não me agradeça...agradeça a putinha da sua esposa.”. No dia seguinte, como prometido, assumi o novo cargo. Já meu chefe, passou a jantar cuzinho oriental uma vez por semana em minha casa.

12/08/08

Minha Mulher com meu tio (História Real)

By: Fred
Muito bem, vou ser breve e vou direto ao assunto. Meu nome é Fred e tenho 39 anos. Minha esposa Alexandra, 38, corpo lindo, rata de academia, se cuida muito. Temos 3 filhos, 15,6,3. No inicio deste ano, bateu em minha casa, meu tio Mauro, acho que ele tem 54 anos se não me engano. Pediu pra passar alguns dias. Meu tio Mauro, irmão de minha mãe não tem muita coisa na vida a não ser histórias pra contar. Farrista sempre gastou tudo com mulheres e festas e perambula pela casa dos parentes. Apesar de tudo ele é uma companhia agradabilíssima. As crianças o adoram. Ele é alto e magro, rosto já marcado pelo tempo, idade e noitadas. O recebi de braços abertos e ofereci a ele um quarto que na verdade foi uma lavanderia. Entrada por fora, para facilitar suas saídas. Apesar de ter algumas frestas, era muito confortável. Tudo que ele queria. Apesar disso o lugar é muito confortável e assim sua presença não mudaria muito a nossa rotina. Tio Mauro toda tarde nos entretia com suas histórias. Reuníamos-nos eu, mais as crianças e minha esposa Alexandra, antes de ela ir pra academia. Como já disse, minha esposa tem um corpão e quando vestia a malha de academia, sua bunda ficava de tirar o fôlego. Já no primeiro dia, percebi as olhadelas de meu tio para a bunda da minha mulher. Eu fingia que não percebia pra não constrange-lo, mas acho que no terceiro dia de estada do meu tio em nossa casa, percebi o grande volume sob a calça do desgraçado que logo disfarçou cruzando as pernas. Isso não me afetava afinal, é o preço de ser casado com uma mulher gostosa. Nessa noite, não sei porque, contei a minha esposa que vi meu tio excitado por causa de sua bunda. Ela ficou toda constrangida e disse que iria maneirar porque as crianças poderiam ver e ficaria chato. Pedi pra ela não ficar brava com meu tio pois era normal. Por alguns dias, ela não vestiu mais aquela malha mas logo começou a usar novamente. Teve um dia que estava tão enfiada em sua bunda que sinceramente achei que ela estivesse sem calçinha e a fim de provocar meu tio e eu é claro. Mais ou menos, uns 40 dias depois, minha mulher me pediu pra fazer uma alteração simples em nossa rotina de trabalho. Era assim: eu a levava, a deixava no trabalho, e nossos 3 filhos eu deixava na escola e ficava com o carro. Nesse dia ela pediu que eu ficasse no trabalho, que ela se encarregaria de deixar as crianças na escola e depois no final da tarde pegaria todos nós. Disse que precisaria do carro para visitar um aluno que estava doente, junto com sua diretora. Tudo bem, foi o que ocorreu, mas apareceu na empresa em que eu trabalho, o boy da loja de tintas e eles precisavam que eu escolhesse o tom de azul que nós precisávamos para uma reforma na casa, pois eles tinham que fabricar. Como não decido nada disso, liguei para a escola de minha esposa, mas ela não estava. Quem atendeu foi sua diretora e ela me contou que minha mulher tinha ido pra casa. Quando estava me preparando pra ligar pra casa, um colega me disso que iria passar na frente e me ofereceu uma carona. Ele iria fazer uma entrega e então me pegava novamente. Pedi pro boy esperar e fui pra casa.Nosso carro estava estacionado na frente de nossa casa e entrei rapidamente pra falar com minha mulher. Quando cheguei na porta, percebi que o tênis da minha esposa estava na frente da porta do quarto-lavanderia do meu tio Mauro. Cheguei perto da porta e ouvi uns gemidos estranhos, de dor. Alguém fazia Hã,hã,hã. Me assustei e resolvi sondar por uma grande fresta que havia do lado da janela de madeira. Quando botei o olho na fresta, meu coração disparou e uma tremedeira e uma febre tomaram conta de mim na hora. Era minha esposa quem gemia daquele jeito. Ela estava deitada de bruços, nua, peladinha, com a bunda empinada, enquanto meu velho tio Mauro, Peladão, de joelhos na cama tentava enfiar o pau no cú dela. Ela gemia porque o pau do meu tio, além de feio, é enorme. Muito grande mesmo. Eu estava ali paralisado como uma estátua e não sabia que atitude tomar. Mas eu não conseguia tirar o olho e nem tomar alguma atitude. Meu tio continuava a tentar enfia o pau no cú dela enquanto resmungava dizendo: eu quero essa bunda, quero essa bunda. Minha mulher suplicava dizendo que não dava, não entrava. Meu tio brigava dizendo que ela tinha que relaxar mas ela insistia que não dava. Por fim desistiu, tirou o pau dali, deu uma cuspida, (gente como é grande o cacete do veio),e tornou a colocar mas provavelmente foi na buceta porque ele se deitou sobre ela ao passo que ela levantou a cabeça pra cima e suspirou. Meu tio enterrou o pau na buceta da minha mulher e começou a meter, rápido e forte. Nunca imaginei ver tais cenas assim ao vivo. A metida que eles deram foi demorada. Não sei ao certo o quanto durou, mas a mim pareceu interminável. Eu estava excitado, nervoso mas tomei a rápida decisão de não interferir e nem flagrar. Minha vida toda foi pautada por decisões pensadas e estudadas. Eu não poderia simplesmente fazer uma lambança e perder tudo e todos em questão de minutos. Eu precisava pensar... e muito. Enquanto minha esposa se vestia, meu tio dizia a ela que iria comprar vaselina e que não desistiria de ter aquela bundinha. Escondido, ouvi minha mulher responder que não poderia sair do trabalho mais nessa semana e só seria possível na semana seguinte. Meu tio concordou e ironicamente, perguntou a Alexandra se ela já tinha me traído alguma vez. Ela respondeu que não e ele exigiu que ela jamais fizesse isso, porque eu não merecia. Como se o que ele tivesse feito não fosse nada! Que babaca!!!! Sinceramente não sei como meu tio chegou na minha mulher, nem como a convenceu a fazer aquilo!!! Levei uns três dias pensando no que fazer. Me senti mal as vezes mas agüentei. Até que decidi que não iria fazer nada. Nada porque gostei de ver aquilo, gostei de ver o meu tio comendo minha mulher!!! Soube que era isso porque sinceramente não agüentava mais esperar que isso acontecesse de novo. Eu estava muito ansioso. Antes, jamais tinha imaginado uma coisa dessas. Curiosamente parecia que eu estava mais e mais apaixonado por minha mulher novamente. Pode parecer estranho mais era isso que eu sentia. O sexo com minha mulher melhorou muito e caprichei mais também. Difícil explicar pra vocês. Bom, exatamente 7 dias depois, minha mulher pediu novamente aquela mudança de planos e é claro aceitei tranquilamente. Já sabia o que iria acontecer. Meu pau arrebentava dentro das calças e um calor muito forte tomava conta de mim. Mal minha mulher me deixou no trabalho, pedi dispensa, peguei um táxi e fui pra casa. Fiquei numa lanchonete a alguns metros de minha casa esperando minha mulher passar. 1 hora depois o carro passou e de longe vi ela entrar em casa. Fui logo e deu tempo de ver ela entrar no quartinho do meu tio. Apurei o passo pois não queria perder nada. Com cuidado, cheguei perto da porta e me desloquei pro seguro corredor entre o muro e a janela onde havia uma fresta que me dava uma visão cinematográfica do quarto e da cama. Faltou só a pipoca. (rs). Minha mulher estava sentada na cama e meu tio perto dela. Ela falava da escola em que trabalha no momento em que meu tio a fez levantar e a virou. Enconchou-a por trás e começou a esfregar-se na bunda dela. Ele é muito alto e tinha que se abaixar um pouco pra fazer isso. Hoje, eu como essa bundinha, dizia ele em alto bom som, sem se incomodar se alguém poderia escutar. Minha mulher em silêncio, de olhos fechados e com o rosto demonstrando prazer no que fazia, empinava e empurrava sua bunda contra o corpo do meu tio, Quando ele se afastou um pouco, pude ver que ele já estava plenamente excitado. O volume era imenso. Meu tio então se afastou. Desabotoou a calça e deixou-a cair. Ele estava sem cueca. Começou a esfregar aquele pauzão pela bunda da minha mulher. Logo a agarrou pelos ombros e a forçou a sentar na cama. Minha mulher se sentou e ficou com o pau na frente do seu rosto. Olhou ele por alguns segundos antes de agarrá-lo e começou a chupá-lo. Meu peito gelou ao ver aquelas cenas. Achei que iria ter um enfarte ali mas agüentei firme. Minha esposa forçava mas mal conseguia enfiar mais que a cabeça do pau de meu tio na boca. Ela chupava com uma maestria incrível. Nunca tinha percebido. O próximo passo de meu tio Mauro foi se afastar e pedir pra Alexandra tirar a roupa. Ela tirou uma camisa de botões branca e o sutiã. Tirou a calça social e a pequena calcinha preta que vestia. Meu tio começou a esparramar sobre seu pau um liquido que deveria ser a vaselina ou óleo. Arrumou minha esposa de bruços na cama e sussurrou algo a ela que não pude ouvir. Minha mulher apesar de pelada, permanecia com os tênis nos pés. Derramou aquele liquido sobre a bunda dela e começou a esparramar. Pela posição de seus dedos eu podia perceber que ele enfiava um ou mais dedos no cú de minha mulher pois ela gemia e se contorcia. Enquanto fazia isso, meu tio se arcou e passou a beijar a nuca dela. Isso durou um bom tempo. Meu tio se ergueu e tornou a jogar mais liquido em seu pau e também na minha mulher, precisamente no vão de sua bunda. A visão que eu tinha de toda a ação era muito privilegiada. Como assistir a um jogo de futebol da reta das arquibancadas. Eu pude ver a minha mulher se arrepiar toda quando meu tio forçava os dedos no cú dela. Então ele agarrou seu pau e ordenou a ela : ABRA . Alexandra jogou as duas mãos pra traz e abriu sua bunda. Pude ver seu cú lambuzado e vermelho, devido as investidas do meu tio com os dedos. Tio Mauro encostou a cabeça do seu pau ali e começou a empurrar. Minha mulher começou a gemer como se lhe faltasse ar. Temi por ela. Meu tio parecia não sentir pena nenhuma e mesmo quando ela lhe implorou pra tirar, ele não obedeceu e continuou a empurrar o corpo até que deu-se um soquinho e ai até eu percebi que o cú dela cedeu porque meu tio se aproveitou e enfiou. Minha mulher deu um gemido, mesclado de choro e prazer. Meu tio empurrou mais e seus corpos se uniram. Lentamente meu tio começou a meter nela. Enfiar e tirar. Alexandra continuava a manter sua bunda aberta com as mãos, o que proporcionava a mim a visão daquele cacete invadindo seu cú. Olha pessoal, é difícil descrever a sensação de ver aquele pau grande encher o cú de sua mulher, mãe de seus filhos e ver que ela está adorando isso. Suas mãos cansaram e ela soltou as nádegas e visão ficou maravilhosa. Meu tio dava grandes bombadas na bunda dela. Minha mulher gemia e meu tio elogiava a bunda dela e seu cú apertado. Anunciou que iria gozar e enfiou tudo no cú até gritar de prazer, completamente sem cerimônia!!! Então tirou aquele talo grosso e melecado de dentro da minha mulher e se deitou ao seu lado. Alexandra permanecia imóvel. Ouvi ela dizer que não podia se mexer de tanta dor que estava. Tio Mauro a consolou dizendo que já passava. Ela perguntava: Ta realizado tio ? Mais do que imagina!! respondia ele animado. Minha esposa se limpou e a partir daí quando senti que não iria dar mais nada, me masturbei ali mesmo naquele corredor. Quando terminei minha mulher já estava saindo.Foram apenas uns 30 minutos a duração de tudo. Esperei ela sair e também saí. Fui pra lanchonete, tomei um suco e fiquei aguardando, pra chegar em casa na hora certa. Avisei ela que viria de carona. Uma semana depois, meu tio anunciou que iria embora e que talvez voltasse pra passar alguns dias no fim do ano. Desde aquele dia, eu olhava pra minha esposa, mais precisamente para a bunda dela e ficava imaginando como ela conseguiu agasalhar o enorme pau de meu velho tio no cuzinho. A noite quando ela dorme, eu adoro me masturbar olhando a bunda dela, nua, de calcinha ou mesmo com a malha de academia. No dia em que meu tio foi embora, Alexandra não foi trabalhar de manhã, e eu infelizmente não podia faltar ao trabalho, mas tenho certeza que eles meteram . A calcinha que tinha visto ela colocar na noite anterior, estava num canto do chão do quartinho do meu tio, a cama desarrumada e outras indicações que me davam essa certeza absoluta. Minha vida desde então continua normal e quando estava escrevendo esse relato, decidi ligar pro meu tio e convida-lo pra vir passar alguns dias. Ele ficou de me dar a resposta. Meu objetivo é instalar uma câmera e filmar todas as relações possíveis que minha mulher tiver com meu tio para que eu possa assistir sempre que quiser. Foi tão gostoso que até parece que foi sonho. Abraço a todos, Fred.

05/03/08

Silvia.. a esposa...

Meu nome é Marcelo e tenho 38 anos, um dia fiz uma ligação para um celular e errei o ddd, ao invés de ligar para Campinas como eu queria liguei para um telefone de São Paulo e quem atendeu foi uma voz feminina muito sensual. Silvia era o nome dela e apesar da minha insistência ela não quis dar papo.Gravei o número do celular e resolvi que ia tentar de novo, a voz dela me levou a loucura. Liguei de novo e após muita insistência ela acabou batendo papo comigo; 32 anos, casada, morena, 1,70, 56kg, esta foi a descrição que ela me deu pelo telefone. Conversamos mais um pouco e marcamos de falar de novo pelo telefone no dia seguinte pois ela estava entrando em uma reunião. No segundo telefonema fui mais fundo e a convidei para um almoço, ela me respondeu que jamais iria sozinha e ia falar com o marido, fiquei meio curioso e resolvi que aquela voz valia a pena até com marido junto.No dia seguinte ela me ligou e me disse que não iria almoçar, mas se eu topasse poderíamos jantar os 3. Como sou casado tive que arrumar o tradicional “jantar com clientes” para arrumar o alvará e me preparei para a noite. Marcamos em um restaurante bem tranqüilo no dia seguinte, uma 4a feira e eu cheguei um pouco antes, me identifiquei para o Maitre e pedi para que encaminhasse o casal para a minha mesa, uma mesa de canto com 2 lugares no sofá e dois em cadeiras.Em 20 minutos minha agonia acabou, Silvia e Luiz Paulo entraram no restaurante e eu identifiquei na hora, ela era uma gata, linda, rosto de menina. Sentamos e ela sentou do meu lado já que eu tinha me posicionado no sofá, no começo estávamos todos ainda meio sem-jeito pelo inusitado da situação mas aos poucos fomos nos soltando, uma garrafa de vinho depois já estávamos muito amigos e bem mais soltos. Eu estava indo a loucura do lado da Silvia, ela com um vestido preto, costas nuas e uma racha na perna.... eu ia olhando e me excitando... fui chegando para perto dela e uma hora que o Luiz foi ao banheiro, comecei a roçar minha perna na dela.. cheguei mais para perto e porbaixo da mesa comecei a alisar sua perna.. ela me olhou, mas não disse nada. Luiz voltou e a conversa recomeçou, ele sentiu que estávamos bem próximos e sorriu.Minha mão acariciava a coxa de Silvia que estava inclinada para frente, começamos a conversar sobre sexo, fantasias, aventuras e Luiz falou que sonhava que Silvia aceitasse uma aventura a três, que ela era linda e sensual demais para não ousar. Mais que depressa me ofereci para ser o parceiro, Silvia estava sem graça e Luiz resolveu acelerar: - E então meu amor ? o que você acha ? Topa ?Silvia estava sem graça, não sabia o que dizer, e nesta hora subi minha mão por suas coxas e toquei sua calcinha.Ela gelou, não falava nada, nem me olhava. Levei meus dedos mais acima e comecei a afastar sua calcinha. Luiz, recostado na cadeira falou: - Calma gata, não precisa ficar assim, é uma grande brincadeira, certo Marcelo ?- Certo, uma deliciosa brincadeira.... – Disse, alisando as coxas de Silvia que mordia os lábios.Papo vai , papo vem e mais uma garrafa de vinho foram o suficiente para as carícias se intensificarem,; Silvia se levantou para ir ao banheiro, ajeitando a roupa, e deixou eu e Luiz conversando sobre suas qualidades. Paulo me tranqüilizou, disse que seu sonho era ver Silvia com outro homem, realizando todas as suas fantasias de mulher e que estava bem animado com o rumo da prosa.Silvia voltou, um sorriso no rosto, senti que era um bom momento para deixá-los a sós e fui ao banheiro. Ao voltar eles estavam radiantes, sorrisos abertos, sentei do lado de Silvia e ela chegou para perto, se encostando em mim, fiquei pensando aonde íamos chegar quando senti a mão de Silvia procurando o zíper da minha calça enquanto eu conversava com Luiz. Ela habilmente pegou meu pau que já estava enorme e por baixo da toalha começou a alisa-lo. Eu sorria, não conseguia disfarçar quando Luiz piscou para mim e disse: - Relaxa, aproveita...Eu segui o conselho a risca e abracei Silvia, o garçom olhava de longe e ela se divertia, beijando meu ouvido, sussurrando que estava adorando a brincadeira.Luiz sugeriu que fossemos tomar um drink em sua casa já que seus filhos estavam com a sogra. Aceitei de imediato e após me recompor por baixo da mesa, saímos do restaurante. No carro sentamos atrás eu e Silvia enquanto Luiz dirigia. Ela tirou a sua calcinha e abriu a minha calça, colocou meu pau para fora e começou a chupar, deliciosamente, sugando minha pica.... ela me olhou, montou em mim e encostou aquela bucetinha molhada, deliciosa no meu pau.. eu abraçava ela e senti meu pau deslizando para dentro dela..devagar.....Luiz dirigia devagar, olhando no retrovisor, ouvindo sua esposinha gemendo enquanto ela subia e descia no meu pau.. eu abraçava ela... não estava agüentando mais de tesão... sussurrei que tava louco..queria gozar....Neste momento Silvia começou a sentar com força, enterrando meu pau na sua bucetinha... e a gemer bem alto... eu não agüentei e explodi num gozo louco dentro da sua buceta e ela como resposta começou a gozar feito uma louca. Gozamos juntos.. ela abraçada comigo, no meu colo, e Luiz dirigindo o carro.Entramos na garagem do prédio e paramos na vaga, saímos os três do carro e Luiz perguntou: - E aí ? gostou ? quer mais ? Eu mais do que depressa respondi que sim, e dei um beijo na boca dela. Subimos e entramos, Silvia pediu um momento e entrou na área intima enquanto Luiz preparava uma bebida para nós.- Sabe, isso era um sonho antigo, fazia tempo que eu e a Silvia estávamos querendo fazer uma loucura, e aquela ligação, a sua insistência, vieram bem a calhar. Ela gostou da sua persistência !- A voz dela me enfeitiçou, fiquei louco, um pouco assustado com o convite de sair com vocês dois, mas agora to bem relaxado.Continuamos a conversar e fomos surpreendidos pela volta de Silvia, nua, linda, só com uma sandália de salto alto, sorrindo.- que tal meninos ? estou bem ? – e deu uma volta..Estávamos ambos de boca aberta e a reação foi imediata, em segundos os paus não cabiam nas calças.. ela se aproximou e se agachou na nossa frente... abriu os zíperes e com cada mão segurou nossos paus duros. Chupava um e outro, engolia um e depois o outro, não parava de chupar, nós olhávamos para baixo e a visão era maravilhosa... ela ficou em pé, beijou nossas bocas e foi até o sofá.. se ajoelhou no sofá e apoiou no encosto arrebitando a bundinha... - Venham, um de cada vez.... vemmmmmmm – ela choramingouNos olhamos e começamos a tirar a roupa, olhando aquela delicia rebolando para nós.Luiz foi o primeiro a se encostar em Silvia e enfio de uma vez, estava louco de tesão, eu me posicionei ao lado dela no sofá e ofereci meu pau que ela abocanhou com vontade. Luiz metia em sua esposa enquanto ela chupava meu pau, enfiava com vontade, com força e falava: - Toma putinha, era isso que você queria ? vadia gostosa.Silvia gemia e chupava sem parar. Afastei a cabeça de Silvia e sentei no sofá. Ela me olhou e entendeu na hora, pediu para Luiz esperar, tirar de dentro, e imediatamente sentou no meu pau que deslizou para dentro dela.... ela me abraçou e arrebitou bem a bundinha, com os olhos fechados sussurou: - Mete amor, come o meu cuzinho !Luiz segurou aqueles quadris maravilhosos e começou a enfiar, devagar... Silvia gemia baixinho com um pau me sua buceta e outro entrando em seu rabinho.... Luiz enfiou tudo...e ela me beijou, muito, alucinadamente.Luiz começou a meter devagar, enfiando e tirando do cuzinho gostoso de Silvia, ela beijava, louca, alucinada.. Luiz acelerou e começou a meter com força no cuzinho de Silvia que já estava gritando, gemendo, mexendo..... eu segurava Silvia que recebia estocadas forts do marido.... Luiz não agüentou e enterrou o cacete até o fundo gozando feito um louco.... sem tirar de dentro ele segurou Silvia enquanto eu começava a enfiar por baixo... Silvia gemia e gozava feito louca, ria e gritava, eu enfiava e sentia sua buceta encharcada.. gozei muito...beijando sua boca... enquanto Silvia gozava mais ainda... Luiz saiu de dentro dela e ela caiu por cima do sofá...as pernas em cima de mim..quase desfalecida.. suada.. gostosa....Passamos a noite juntos, nos revezando dentro dela, ora juntos ora separados e desde então não paramos de nos ver.

15/02/08

Fodendo a esposa do dorminhoco no avião

Sou policial e estava embarcando para os EUA a fim de fazer um curso na polícia local. Cheguei cedo para fazer o check in e logo embarquei tb, a fim de acomodar-me melhor. O Avião da American Airlaines é daqueles com poltronas em grupos de três, grandes e confortáveis, ideais para dormir a durante o vôo noturno. Não se passaram alguns minutos qdo chegou o casal q ocuparia as poltronas ao lado da minha. Ele, um cara gordo e com olhar antipático, coberto de pulseiras e cordões de ouro. Seu jeito já mostrava como era rico e como era asqueroso tb. Sua esposa era uma loirinha mignon, estilo modelinho, corpo malhadinho e bronzeado. Usava uma minissaia bem curtinha, esbanjando toda sua saúde. As marquinhas do bikini apareciam pelas laterais da saia e por cima do top, causando mais tesão ainda. Era o típico casal marido rico esposa gostosa q quer usufruir a riqueza mesmo q suporte o marido nojento. E põe nojento nisso. O cara dava uma patada atrás da outra na esposa. Eu, pra não arrumar confusão, fingia q nada ouvia, até q ele deu um tapa na cabeça dela, e fingir-me de cego não ia ser possível:_ Senhor, não faça mais isso. Pelo menos não na minha frente.O gorducho não gostou nada:_ A esposa é minha, e eu faço o q eu quiser!Na mesma hora tirei a minha funcional de polícia e avisei-o q da próxima vez daria voz de prisão imediatamente. O gorducho, qdo viu a barra pesar, calou a boca irritado, olhando feio pra esposa, q a tudo assistiu sem balbuciar uma palavra. Cinco minutos depois, o marido gordo foi ao banheiro da aeronave, e a loirinha gostosa virou rapidamente e falou:_ Senhor, muito obrigada por me defender. Poucos fariam isso por outra pessoa. Não vou deixar de agradecê-lo de alguma forma por isso.Eu disse q era mais do q minha obrigação e q estaria a disposição durante todo o vôo. Começou a anoitecer e a esfriar dentro do avião. Todos os passageiros cobriram-se com a grossa manta fornecida pela empresa. Por volta das onze horas, o marido gorducho gritou com a aeromoça q queria um copo d\'água para tomar seu remédio de dormir. Colocou uma máscara de repouso no rosto e protetores de ouvido, e em poucos minutos roncava de maneira estrondosa, no q era acompanhado, inclusive, por quase todos os outros passageiros. Eu já estava quase dormindo quando senti uma mão delicada penetrando por baixo da minha manta e repousando encima do meu caralho. Meu pau reagiu rapidamente, levantando a manta de tesão. Aliás, tenho uma piroca enorme de 22 cm e bem grossa e veiúda. A esposa loirinha começou a massagear todo meu pênis por cima da calça com uma habilidade incrível:_ É hora do agradecimento, querido.E dizendo isso, abriu o zíper da minha calça e abaixou-a até o meio das minhas coxas, libertando meu grosso membro. Senti sua mãozinha delicada envolvendo meu pênis e foi dado início a uma deliciosa punheta. Meu pau parecia um tronco em sua mãozinha diminuta. Sua outra mão surgiu por debaixo da manta, acariciando minhas bolas enquanto batia punheta com minha pica. O contraste era imenso! Numa mão uma piroca cavalar. Na outra, duas bolinhas durinhas e pequenas. Eu adorando tudinho...gemendo bem baixinho enquanto olhava o corninho roncando. A putinha sussurrou:_ Acho q sua piroca já tá grandona, gatinho...coloca ela dentro de mim, coloca...Caralho!!! O rostinho de colegial e a voz de menininha contrastavam com a vulgaridade das suas palavras e me deixaram com um tesão incontrolável! A putinha ficou de lado, oferecendo o quadril pra mim, com a minissaia já na altura da quadrilzinho. Eu juntei minha manta com a dela e encaixei meu quadril de lado, por trás dela. Ela era tão mignonzinha q meu cacete entrava por entre suas nádegas pequeninas e saía pela frente da buceta. Ela ficou assim algum tempo, travando minha piroca entre as coxas, enquanto alisava e apertava suavemente a glande do meu pênis q surgia pela frente da buceta. Fui sentindo um caldo quente e delicioso saindo daquela xereca e irrigando todo meu cacete. Eu delirava de tesão enquanto a putinha abusava de mim como forma de agradecimento. Ela sorriu novamente:_ Querido...agora quero o pau dentro da minha xereca...já lambuzei ele o suficiente. Vem enfiando devagarzinho, e só pára qdo sentir o saco bater na xereca, tá?Eu obedeci cegamente seus caprichos. Tive q chegar o quadril bem pra trás a fim da piroca sair da frente da buceta e posicionar-se na portinha da xereca úmida. Então comecei a invadi-la vagarosamente. Eu não podia acreditar. Sem entender, fui vendo todo a extensão do meu imenso cacete sumir lentamente dentro daquela bucetinha minúscula, sem parar. A putinha nem gemia de dor, apenas de prazer. Levou a mão por trás de minha nádega esquerda e foi ajudando a empurrar toda tora pela buceta adentro. Eu ia sentindo meu membro dilatando as paredes da buceta, totalmente molhadas, até q encostei minhas bolas na xereca dela. Que delícia! Meu tesão era enorme! A esposinha puta começou a rebolar lentamente a bunda com minha piroca entupindo sua xereca. Sem dizer sequer uma palavra, apenas me dava uma surra de buceta, ensinando-me q nas menores xerecas cabem os maiores caralhos. Segurei um dos seus seios e comecei a bombar levemente, apreciando o tesão de tudo aquilo. A puta apoiou as mãos no peito do maridinho, totalmente sedado pelo remédio, e usava-o de apoio para pressionar e enterrar todo caralho dentro da xereca. Não aguentei e sussurrei q iria gozar. Ela mandou eu ficar paradinho e levou o quadrilzinho pra frente, segurando apenas a cabeça da minha pica com os lábios da buceta. Meu esporro foi colossal. O esperma grosso e quente explodiu preenchendo todo buraco antes ocupado pelo meu caralho, e a cabeça da minha pica servia de rolha na xereca. Ela esperou meu caralho parar de pulsar totalmente, e então, levantou ligeiramente a coxa esquerda, deixando um vãozinho entre a cabeça da piroca e a buceta, por onde foi escorrendo toda a porra melada, sujando lentamente a coxa direita, minha coxa e minhas bolas. Nunca tinha visto tal putaria na minha vida! Endireitei-me na minha poltrona novamente, enquanto a vadia abaixava a minissaia. Sem q eu esperasse, curvou o corpinho e entrou debaixo da minha manta novamente. Em menos de trinta segundos, senti sua linguinha fina e ágil limpar todo meu caralho, deixando-o sequinho novamente:_ Pronto, querido. Pra não parar nunca de defender os mais fracos.Virou-se e dormiu com a cabeça no peito do maridinho. Não consegui mais dormir. Meu pau endurecia e latejava a cada hora, o q me fez tocar punheta e gozar ainda umas cinco vezes escondido debaixo da manta. No dia seguinte, no desembarque, apenas um piscar de olho qdo nos cruzamos, e contemplei aquela bundinha linda sumindo pela saída do Aeroporto de Miami.

22/01/08

Minha namorada e sua amiga foram arregaçadas

Meu nome é Eduardo, tenho 19 anos. O que vou contar agora já aconteceu faz alguns meses. Eu estava namorando Rafaela, uma gatinha linda, 16 aninhos, rostinho de boneca (tinha feito alguns trabalhos como modelo fotográfico), olhos quase verdes, cabelos castanhos claros, 1.60m e 53kg. Já estávamos com pouco mais de um ano de namoro e já transávamos a quase 6 meses. Tudo ia muito bem entre nós.
Rafaela tinha uma amiga chamada Natália, também com 16 anos, um outro tesãozinho. Cabelos castanhos encaracolados, pele morena e um pouquinho mais alta e magra que Rafaela, mas uma gostosura também. Eu ficava de olho nela, mas ela nunca me deu muita idéia. Era até gente boa, mas eu não gostava muito que a Rafaela andasse com ela, porque ela não tinha namorado e tava sempre querendo levar a Rafa para alguma festinha.
As duas moravam no mesmo bairro e eram amigas desde criança. Elas cresceram ali e sempre tiveram casinhos com alguns caras das redondezas. No começo eu tinha um pouco de ciúmes, mas depois desencanei. Ficava meio puto quando encontrava alguém com que a Rafaela já tinha ficado, mas era só isso. Ou seja, nunca desconfiei muito dela. Ela sempre me pareceu fiel.
Como moramos um pouco longe e estudamos em horários diferentes, eu quase não ia na casa dela nos dias de semana. Eu estudava à tarde e ela de manhã. Mas como já estava perto do fim ano, não tive aula numa terça e resolvi fazer uma visita surpresa.
Passei na casa da Rafa e sua mãe me disse que ela estava na casa da Natália. Na hora até gostei da notícia, porque eu sabia que a Natália costumava ficar sozinha à tarde, e ela até já tinha liberado um quarto pra mim e pra Rafa, uma vez. Mas quando eu já estava virando a esquina da rua da Natália, eu vi um dos caras que teve um rolo com a Rafaela entrando na casa da sua amiga. Ele nem viu, devido à distância e por eu estar dentro do carro, que ele não conhecia. Eu quase não ia na casa da Rafaela de carro, que era emprestado do meu pai, por isso acho que ele não conhecia.
Fiquei muito puto. O cara nem bateu campainha, foi logo entrando. Parei o carro na porta da casa da Natália e pensei em entrar logo e dar um puta esporro na Rafaela. Mas depois de ficar um tempo parado no carro, resolvi tentar dar um flagra. Sempre confiei nela, mas era melhor que eu pudesse ter certeza. Se eu entrasse logo, se ela fosse fazer alguma coisa, não faria mais e diria que o cara estar ali não tinha problema nenhum. E iria ficar a palavra dela contra a minha.
Parei o carro no fim da rua, e tentei dar a volta por um morro que fica atrás da casa da Natália. O bairro é tipo um condomínio fechado, fica no meio de um vale, é um lugar bonito e arborizado, e a casa da Natália tinha os fundos voltados pro morro com uma mata. A intenção era entrar pelo quintal e tentar ver o que estava acontecendo lá dentro.
Demorei uns 15 minutos para chegar até o quintal da casa da Natália, e quase fui visto. As duas mais o cara, um tal de Carlinhos, estavam no quintal, tomando um banho de piscina. Rafaela e Natália estavam de biquíni e o cara com um bermudão. Eu não gostei do clima de descontração que rolava, mas não me parecia que ia rolar nada. Na hora até pensei "pô, só tem um cara e duas garotas, não deve rolar nada...", mas continuei olhando.
As duas estavam soltinhas, e o cara já estava só de sunga e pulou na piscina. Mas o papo corria normal, eu estava até mais tranqüilo, quando começou um papo de marquinha de biquíni.Carlinhos estava dentro d'água e as duas pegavam sol deitadas de frente pra ele, que falou:- Tão querendo ficar queimadinhas? Com marquinhas?- É, pra usar calça de cintura baixa - Respondeu Rafa.
Em seguida ele saiu da água e começou um mostra-mostra de marquinhas que me deixou preocupado. Elas ficaram mostrando como já estavam queimadas e ele ficou de frente pra elas e mostrou na beiradinha da sunga como também tinha se bronzeado. Logo depois Carlinhos voltou pra água, dando um mergulho e atravessando a piscina por baixo d'água. E enquanto ele estava embaixo d'água a Natália comentou com a Rafaela:- Você viu o tamanho do pinto dele?- Será que tava duro?Meu coração até acelerou quando ouvi isso. Fiquei puto!Carlinhos acabou saindo da piscina novamente e as duas continuaram cochichando eu não sei o quê, e ele logo perguntou:- Tão fofocando o que? Posso saber?As duas não paravam de rir e depois de muita insistência dele a Natalia pediu:- Deixa eu ver se você tá bronzeado mesmo.Ele mostrou um pouquinho da sunga de novo, só que lado...- Não! - Rafa protestou na mesma hora - Mostra a mesma parte que você mostrou antes...
Acho que tanto eu quanto ele sacamos na hora o que tava pra rolar, só que enquanto pra ele deve ter sido uma alegria, pra mim foi uma tortura! Aquele clima de brincadeirinha sacana tava me deixando com o coração na boca e eu não sabia se ficava puto ou com tesão.- De frente? - Ele perguntou- É! - respondeu a Rafa que parecia já estar impaciente pra ele mostrar.Ele mostrou a marquinha, só que desceu mais um pouco a sunga. A Natália chamou ele pra mais perto:- Chega mais pra cá, não tô vendo direito!Ele chegou bem perto dela e perguntou:- E se eu abaixar mais?- Abaixa, ué!? - Responderam as duas juntas, quase como se tivessem combinado!
E ele abaixou. Ele estava de costas pra mim, e a única coisa que eu vi foi a cara de espanto das duas, que em seguida se entreolharam e começaram a rir.Até pensei "tão rindo de quê?", "será que não era o que elas esperavam?". Mas a Natália logo desmentiu o que eu estava pensando:- Cara, não acredito nisso!- Se vc pegar nele vai ficar mais difícil ainda de acreditar... - E ele se curvou pra frente como se oferecesse o pau pra ela.
E foi o que ela fez. Ela foi com a mão na direção da virilha dele e acho que ela o estava punhetando.A Rafaela não fazia nada, só ficava olhando com uma cara de espanto, como se estivesse hipinotizada! Até que Natália chamou sua atenção, num tom de gozação:- Fecha a boca Rafaela! Ou você tá querendo colocar alguma coisa aí?A Rafa, saindo do transe e agora com um sorriso no rosto: - Nossa, é muito grande! Deixa eu pegar também!
E o fdp virou pra ela. Foi aí que eu vi o motivo do espanto delas. O pau do cara já tava duro e parecia pau de cavalo! Quando a Rafa segurou, a mãozinha dela parecia ser ainda menor. Apesar do pau dele ser comprido o suficiente pra duas poderem pegá-lo ao mesmo tempo, elas pareciam disputar o pau dele enquanto ficavam fazendo perguntas. Elas pareciam realmente encantadas, e ficaram quase uns 5 minutos punhetando e fazendo perguntas sobre se alguém agüentava aquilo, como a ex-namorada dele, que era baixinha, pôde suportar, se as mulheres reclamavam de dor e ele respondia tudo com um ar superior, com orgulho.
Eu estava desnorteado! Tava de pau duro, mas ao mesmo tempo com vontade de pular lá e encher o cara de porrada, mas não sabia se seria uma boa idéia. O cara era mais velho que eu, devia ter uns 25 anos, e era mais forte do que eu. Eu corria o risco de apanhar, além de passar a vergonha de minha namorada estar com a mão no pau dele. E além de tudo isso eu estava com tesão e queira ver aonde aquilo ia dar. O que me deixava puto era que ele não era nada demais. Tinha a minha altura mais ou menos e era meio careca. Minha cabeça estava a mil, mas uma pergunta da Rafaela me fez prestar atenção:- Será que cabe na boca?- Experimenta...
A Natália, rindo, segurou aquele caralho pela base e apontou pra Rafa, que segurou com as duas mãos e, abrindo bem a boca, engoliu pouco mais que a cabeça. Mais uma pra me incomodar, ela chupava meu pau, mas nunca tinha tomado a iniciativa.E a Natália começou a chupar também. Ele estava de olhos fechados, se deliciando com o boquete. E elas ficavam alternando enquanto comentavam coisas como "nossa, muito grande!".- Olha, eu mostrei a minha marquinha pra vocês. Agora eu quero ver a marquinha nos peitinhos também.
As duas começaram a tirar a parte de cima do biquíni na mesma hora, sem nenhuma resistência, mostrando que agora elas não recusariam mais nada.Ele ficou passando o pau nos peitinhos delas, ele em pé e elas ajoelhadas na frente dele.- Qual das duas está mais molhadinha? - Ele perguntou e se ajoelhou também, beijando uma de cada vez e com as mãos nas duas bocetinhas.- Acho que é a Natália... Vou comer você primeiro Natália!- Eu não! - Não sei se estava sem coragem de encarar aquilo ou se estava fazendo doce - A Rafaela já tá mais acostumada. Eu só dei duas vezes.- Eu já dei várias vezes, mas foi pro Edu, que perto desse parece pinto de criança. - Fiquei puto com o comentário - Eu vou perder a virgindade de novo!
Ele pegou na mão de cada uma e as puxou para mais perto de onde eu estava, onde tinha umas cadeirinhas e um tipo parte mais alta de cimento, como se fosse um banco.Num segundo a Natália já estava apoiada no banco com a bunda arrebitada pra ele. Desejei estar no lugar dele. Ela estava um delícia, só com a calcinha do biquíni, que ela puxava pro lado, pra ele ficar passando o pau na bocetinha dela. - Enfia logo! - Apressou a Rafaela, parecendo estar impaciente esperando a sua vez. Ele foi enfiando devagar, enfiava e tirava um pouquinho, acho que pra ela acostumar. Ela gemia cada vez que ele enfiava mais um pouco. Até que chegou num ponto, depois de mais da metade dentro, que se ele enfiasse um pouquinho mais ela gemia mais alto, dizendo que tava batendo no fundo. Ele insistiu, e mesmo com ela gemendo muito alto, praticamente gritando, colocou tudo. Ele bombava e ela berrava.- Para de gritar Natália, a Rose vai ouvir - A Rafaela estava falando da vizinha. E a Natália gritava tanto que acho que ela deve ter ouvido mesmo.- Ai, espera um pouco Carlinhos, tira um pouco, o biquíni tá me machucando. - E ele foi tirando o pau de dentre dela devagar. Parecia que não ia acabar, ia saindo toda vida. Quando ele tirou o pau ela tirou o biquíni e ficou na posição de novo. A Rafaela segurou na pica e a encaixou de novo em Natália. Ele voltou a bombar, e perguntava:- Tá gostando, putinha?- Ai cara, muito bom! - E continuava gemendo alto.A Rafaela não agüentou:- Eu quero também - E estava com tanta pressa que soltou só um lacinho do biquíni e ficou na mesma posição que Natália. O biquíni que ainda estava com um laço ficou agarrado ainda em uma das coxas da Rafa, mas foi o suficiente pra deixar a bocetinha dela à mostra. O Carlinhos começou a tirar o pau da Natália que reclamou:- Espera um pouco, faz mais um pouco comigo...- Daqui a pouco eu como você de novo - E começou a colocar o pau na Rafa.
Ele repetiu o mesmo que fez com a Natália, e pouco tempo depois a Rafaela já estava com o pau inteiro dentro e gritando ainda mais que a Natália. Eu estava muito puto e com tesão ao mesmo tempo. Se alguém aí já passou por situação parecida sabe do que eu estou falando. Você sente um monte de coisas ao mesmo tempo. A minha namorada lindinha, estava de quatro, com os peitinhos de fora e com a calcinha do biquíni no meio da perna mostrando a pressa que ela tinha pra dar, com um caralho enorme atolado nela. - Para de gritar também Rafaela - Descontou Natália. E a Rafa parecia tentar conter os gritos, mas bastava uma bombada mais forte pra ela voltar a gritar, mostrando ser impossível ficar quieta com um pau daqueles na boceta.E eu me perguntava como ela agüentava aquilo, já que ela às vezes reclamava do meu pau, que agora "parecia pinto de criança".E ele ficou revezando, metia um pouquinho em cada uma, e eu não sei qual das duas gritava mais. Depois de um tempo a Natália disse que queira parar um pouco e ficou olhando ele comer a Rafa, que pediu pra fazer papai-e-mamãe. Quando ele tirou o pau da boceta da Rafa a Natália se espantou:- Rafaela, você tá muito aberta! - E a Rafa conferiu com os dedinhos.- Não precisa ficar assustada não, isso acontece, vai voltar ao normal. –

Ele tentou tranqüilizar. - Olha a da Natália como é que ficou! - E ela ficou de quatro de novo pra Rafaela olhar.- Natália, você tá sangrando!Ele tentou tranqüiliza-las de novo, dizendo que isso é normal, era porque a Natália tinha dado poucas vezes. Elas ficaram um pouco assustadas, a Rafaela preocupada em ficar larga e eu perceber. Mas acabaram não resistindo. Em segundos a Rafaela estava deitada no banco, com ele por cima dela e Natália reclamando que também queira.

A Rafaela conteve os gritos e começou a gemer menos, quase prendendo a respiração. Eu conhecia bem aquilo, ela tava gozando. Ele sacou também: - Tá gozando, putinha? - E bombava forte, fazendo ela dar uns gritinhos enquanto tava gozando.Mal a Rafa gozou a Natália ficou de quatro de novo e pediu pra que fosse sua vez. Ele começou a bombar nela, que, diferente da Rafa, gozou gemendo bem alto e começou a reclamar em seguida:- Ai, tira, tira, já gozei! Tá doendo! Tira!- Peraí, eu tenho que gozar também!- Ai, não, por favor, tira! Tá doendo!
Ele ficou meio contrariado mas tirou o pau da Natália. A Rafaela, apesar de ter gozado, logo ficou de quatro, mas reclamou:- Ai, vou ficar arregaçada!- Você já tá arregaçada! - Disse a Natália rindo e fez a Rafa rir também.Ele não falava nada, acho que tava doido pra gozar também. Ele começou a bombar na Rafa, que pediu gemendo alto pra ele não gozar dentro. A Natália completou:- Goza na nossa cara!
Ele tirou o pau e as duas se ajoelharam. Ele gozou bastante, gemendo, e as duas ficaram com a cara toda gozada. Elas riram, disseram que era igual filme pornô e foram se limpar. Ele ficou sentado esperando elas voltarem. Quando voltaram a Rafaela ficou mexendo no pau dele, que já tava meio mole e comentando que "era muito grande".
Eu tinha praticamente gozado nas calças, de tanto liquido que tinha saído do meu pau. Saí de fininho, e quase fui direto pra casa, de tão perturbado que tava. Mas me lembre que se não passasse na casa da Natália, a Rafa desconfiaria, já que eu disse a mãe dela que passaria lá.Bati campainha. Elas atenderam e nem sinal do cara. Tanto eu quanto elas estávamos sem jeito, e eu disse que tinha passado ali rápido e que tinha que resolver umas coisas pro meu pai. Dei um beijo na Rafa ainda na varanda e senti o cheiro de porra. Mais uma vez os sentimentos duplos, fiquei com nojo e tesão. Fui embora rapidamente e não sei se elas voltaram a dar pra ele.
Naquela noite, só falei com a Rafaela por telefone. Fiquei pensando me terminar, e estava muito confuso por ter me excitado com aquilo. Encontrei com ela no dia seguinte e acabamos metendo. Não senti que ela estava mais larga, ela só reclamou um pouquinho mais do que o normal. E a bunda dela estava esfolada, acho que por ter feito papai-e-mamãe em cima do banco de cimento.
Nunca comentei nada com ela, e acabei terminando duas semanas depois. E a piranha ainda correu atrás de mim, dizendo que me adorava e que não sabia porque eu terminei com ela. Até hoje não arrumei outra namorada, e já trepei com a Rafa de novo algumas vezes, mas não volto a namorar. Me sinto mal de ter tesão de comer ela e lembrar do que eu vi, mas não consigo evitar. Fico pensando que ela é uma piranha e fico com o maior tesão em comê-la. Não sei se ela ainda trepa com ele, e quase perguntei isso pra ela. Está aqui o desabafo, se alguém já passou por algo parecido, teve tesão em ver sua namorada com outro, entre em contato comigo, talvez juntos consigamos nos ajudar.