17/11/14

Aline: sou novinha e namoro, mas amo um cacete enorme e melado

Meu nome é Aline e hoje tenho 20 anos. Sou branca de cabelos pretos e olhos azuis da cor do mar. Peso 54kg e tenho 1,72m de altura. Namoro a dois anos com Ney e até este fato acontecer me sentia completa. No ano passado fomos com nossos amigos a uma casa alugada no Interior. Combinamos de ficar lá umas semanas. Fui com o Ney, a Paula levou o Junior e a Carol levou o Bruno, seus namorados, claro. Como a casa só possuía dois cômodos, jogamos dois colchões de casal no meio da sala e deixamos a cozinha livre pra tomar café, almoçar e coisas do tipo. Na segunda noite que passamos ali, quatro dormindo praticamente juntos, vi que os outros casais transavam na maior naturalidade. Entrei na onda e transei a noite inteira com Ney. Enquanto transávamos, reparei que a Carol tentava meio que competir comigo, como que se o namorado dela desse o triplo de prazer que o Ney podia me dar. A Paulinha fechava os olhos e viajava. Não fazia muito barulho, mas suava como quem tivera acabado de sair de um banho de óleo com água. O edredom atrapalhava a visão de um casal pra ver o outro. Só o que víamos uns dos outros era o rosto. O que me chamou a atenção foi o exagero da Carol e o teatro que a Paula fazia com suas atuações de puro tesão. No terceiro dia, passamos a tarde inteira andando a cavalo. Foi muito divertido. Voltamos pra casa pra se arrumar e sair em busca de festas, rodeios ou qualquer outra curtição que envolva pessoas com nossa faixa etária. Rolava uma festa na praça central. Muita bebida e muita risada a noite inteira. Quando o relógio bateu três da madrugada, decidimos voltar e descansar. Chegamos todos rindo a toa, a bebida não é meu forte, mas bebi um pouco, bem menos que as outras meninas que encheram a cara com os meninos. Em casa trocamos de roupas no banheiro e fomos caindo na cama um a um. Fui a segunda a pegar no sono. Mas... é... o destino me levou ao paraíso a partir das quatro da madrugada. Dormia profundamente no meio da noite quando senti algo escorregar por minha testa até chegar em meus olhos que se abriram automaticamente. Como a casa tinha uma abertura no telhado, as pombas entravam e lançavam seus mísseis em nós. Limpei-me, virei de lado afim de não ser bombardeada na boca no próximo ataque. Com os olhos quase cerrando pude ver o pau do Junior que de tanto se mexer durante a noite acabou ficando com o pinto apontado pra mim. Claro que como não sou santa, fiquei olhando, pois nunca havia visto outro pênis a não ser o do Ney, meu namorado. Olhei a forma da cabeça bem desenhada e rosa, o saco depilado e murcho. Queria sentir o cheiro. Fechei os olhos e fingindo que dormia me ajeitei na cama até encostar o rosto no pau do Junior. Senti o pau em meu rosto, mas mesmo assim não abri os olhos. Alguém podia ver a cena e saber que era proposital. Depois de ter certeza de que ninguém acordaria abri os olhos. Meu coração disparou, minha respiração foi a mil. Mexi o rosto pra sentir a aderência daquele pau sem fazer o Junior acordar. Meti a língua pra fora e molhei um pouco a cabeça. Pude sentir o sabor e que sabor. Fiquei muito excitada, nunca aconteceu isso comigo. Pra não perder a oportunidade única e não me arrepender de não ter posto aquela cabeça na boca, aos poucos enfiei na boca. O gosto me fez apaixonar. Senti de repente crescer em minha boca. Não sabia o tamanho que podia ficar e pra não machuca-lo com os dentes o tirei da boca. O que ligava meus lábios daquele pau que crescia sem dó era a saliva que ficou na cabeça e outra ponta em meus lábios. Quando percebi, meu rosto estava escondido atrás daquele cacete enorme. Caramba, tive que fazer comparações. O do meu namorado, o Ney, media uns 12cm no máximo e era um pouco fino. Pelo que pude ver, o do Junior media uns 23cm e era bem grosso. Dei de boba e meti a boca sem mexer a língua. Minha bucetinha suava como nunca. Pude ver que o Junior e o Ney não acordavam, então aproveitei e comecei a chupar aquela vara enorme e dura. Que delicia, nunca havia visto algo tão desejável como aquela pica grossa. Aproveitei a madrugada inteira. Quando fui ver... já eram oito da manhã. Meu rosto? Tive que limpar no lençol pois estava deliciosamente melado de pau grosso e cheiroso. Senti o Ney acordar aos poucos do meu lado. Larguei o cacete enorme da boca e voltei meu rosto pro lado dele. Fingi que ainda dormia. Ele me deu um selinho e como uma bela atriz, abri os olhos bem lentamente e disse: Bom dia meu amor. Dei um beijo de língua nele só pele tesão de saber que ele me beijava com minha boca cheia de gosto de pau grande e gostoso. Chupa minha língua mô, dizia pra ele com muito tesão. O assunto do dia foi minhas olheiras. Como me deliciei com um pau eternamente gostoso e duro na boca, não deu pra dormi. Quem liga né. Tudo que desejava era que noite seguinte se repetisse. Tive que esperar pra ver o dia inteiro. Pronto. Todos já indo dormir, bêbados pra variar. Fiz de tudo pra cair do lado do Junior e consegui. Ele vestiu o mesmo short e deitou. Dormi já pensando em acordar uma hora depois. Quando acordei tive a maior surpresa da minha vida. Abri os olhos e lá estava o Junior com o pintão a uns dois centímetros da minha boquinha. Puxei todo o ar pelo nariz e senti o cheiro maravilhoso daquele pau de verdade. Abri a boca um pouco e o Junior meteu o caralho em minha boca bem lentamente. O que podia fazer? Fiquei calada e senti novamente o sabor espetacular daquela rola enorme. Que sabor. O Junior pensou que eu ainda dormia. Segurou no meu queixo e meteu seu cabeção bem de leve em minha boquinha. Ah, aquilo era tudo que queria na vida. Quando tirava seu pau da minha boca eu não fechava pra receber novamente. Ficou nisso uns dez minutos e eu já estava toda melada. Junior metia a mão bem de leve no meio e acariciava enquanto eu melava sua pica descomunal com minha lingüinha. Como queria segurar aquela vara e chupar como uma cadela. Na noite seguinte senti outra vez o prazer de chupar o pau do Junior. Safado, pensava que eu estava dormindo e aproveitava com seu cacete de 23cm. E o destino me ajudou outra vez. Enquanto recebia eu carinho nos peitinhos e recebia um cacete maravilhoso na boca, ouvi o Junior resmungar: Não disse pra você? Fiquei com medo e tremi na hora. Pensei que o Junior tivesse contado pro Ney e combinado de dar um flagrante em mim chupando um cacete enorme com uma carinha de cínica. Ela deve ta acordada, disse o Bruno bem baixinho. Meu coração acelerou como uma MacLaren no autódromo. Foi então que o Bruno disse: Me deixa meter na boquinha desta putinha deliciosa, caralho, aquilo foi o extremo, nunca em minha vidinha pensei em chupar mais de um cacete ao mesmo tempo. Quando o Bruno se colocou com o pinto, ainda guardado nos short, minha calcinha ficou toda molhada. Abri bem pouco os olhos e vi o volume. Parecia uma barraca de camping de tão enorme que parecia ser. O Bruno libertou aquele monstro maravilhoso e quase gritei: mete esse cacetão na minha bucetinha molhada. Juro, o pau do Bruno tinha uns 28cm e era tão grosso que mais parecia uma perna. Que cabeça enorme. Aquele pauzão enorme pulou do short e balançou como uma vara. Foi amor a primeira vista, aquilo era um presente de outro mundo pra mim. Ele segurou meu pequeno queixo e colocou um pouco da cabeça em minha boca. O gosto era de tudo de bom e maravilhoso que existe. Deram mais umas três lambuzadas em minha boca até que o Ney foi despertando bem lentamente. Os dois pularam pra cama com suas namoradas e eu quase xinguei o pintudinho do meu namorado. Aquilo não era certo, pra mim se tratava de uma injustiça. Eu tinha que sentir aqueles cacetes juntos em minha boquinha. O Ney levantou e acordou todo mundo, pelo menos é o que ele mesmo achava que estava fazendo. Tadinho do meu namoradinho de pintinho pequeno. Chamou toda a galera pra ir na fazenda tirar leite das vacas. Naquele momento fui esperta e disse que estava com dor de cabeça por causa da bebida. O pauzudo do Bruno e o cacetudo do Junior com a maior cara de pau deram a mesma desculpa. As meninas se levantaram e foram junto com o Ney. Se elas soubessem como adorei elas deixarem seus cacetes comigo ali. Pronto. Todos saíram e ficamos só nós três, eu e os dois pintudos. Bem que podia agarrar aqueles deliciosos cacetes e chupa-los até os três chegarem da fazenda, mas queria brincar, afinal... as duas picas eram minhas e já era. Fui ao banheiro e coloquei um short rosa bem clarinho e sem calcinha, uma camisa curta e bem larga pra deixar os peitinhos mais acessíveis. O Junior perguntou se estava mesmo cor de cabeça. Claro, respondi em alto e bom som. E por que trocou de roupa; perguntou tentando arrancar algo. Ai, muito calor droga, respondi com cara de poucos amigos e me deitei sem me cobrir. Fiquei ali só esperando o ataque durante uns quarenta minutos. Senti algo coçar meus lábios e uma mão puxar minha camisa de ladobem de leve. Abri a boquinha como quem não quer nada e recebi a rola dos meus sonhos. Senti uma língua em meus seios que logo parou. Curti um pouco o cacete maravilhoso do Bruno e quando me virei pude ver o Junior batendo uma punheta. Abri a boquinha pro lado dele e também me presenteou com sua picona cheirosa. Ah, não perdoei e melei bem devagar aquele cacete. Virei pro lado do Bruno e recebi o pau dele outra vez. Me senti a dona do mundo e que podia tudo com dois caralhos em meu poder. De qualquer lado que virasse tinha um baita rolão me desejando e isso me deixou melada de tesão. Teve uma hora que babei muito no pau do Bruno e quando me virei pra ser fodida na boquinha pelo Junior, ficou aquela baba parecendo uma corda entre um pau e outro que melou meu rostinho. O Bruno limpou com seu cacete enorme e meteu novamente em minha boca. Mas queria mesmo que metessem a mão em minha bucetinha e enfiassem aqueles caralhos em todos os meus buracos. Abri as pernas e senti o Bruno meter a mão por cima da bermuda bem de leve. Ela ta molhadinha Junior; afirmou o Bruno para o Junior bem baixinho. Não agüentava mais e disse a eles: ;mete esses pintos em mim; aquilo foi o que eles e eu queríamos. Fui dizendo tudo que tinha vontade: Bruno, seu pau é a melhor coisa que já vi na vida e o seu Junior, é apaixonante, perfeito. Segurei os dois pelas mãos e matei minha vontade de chupar pau grosso. Recebi uma surra de pau duro e fiquei com o rosto todo melado. O Junior pediu pra eu tirar o short e abrir a bucetinha pra ele lamber. Que delicia. Chupava um cacete enorme e outro homem lambia minha bucetinha depilada deixando toda babada e aberta. Fiquei de joelhos e o Bruno veio por baixo chupando minha bucetinha com uma sede... o Junior me empurrou bem lentamente pra frente e fiquei de quatro com o Bruno ainda me chupando. O prazer aumentou quando o Junior abriu minha bundinha e deu uma lambida no cuzinho. Gemi alto, não tinha como disfarçar o tesão. Um lambia meu cu e outro minha bucetinha. Com muito tesão, rebolei como uma putinha cedente por pica grossa. As linguadas do Junior no meu buraquinho foram as melhores coisas do mundo até o momento. Sentia um prazer enorme na bucetinha e quando dava por mim, uma lambida no cuzinho fazia triplicar o prazer e não agüentava e rebolava mesmo sem vergonha nenhuma. Nem com o pintinho do Ney no meu cuzinho senti tanto prazer. Mudamos de posição e sentei no cacete do Bruno e me diverti com o pauzão do Junior. Pensei que não suportaria o tamanho e nem a grossura. Quando sentei pela primeira vez... nooosssaaaa... juro que fiquei zonza. Entrou a cabeça e depois foi entrando o tronco e parecia que não tinha fim, que delicia ser fodida por uma pau enorme e ainda chupar outro. Os dois meteram muito em minha bucetinha e pediram pra gozar em minha boquinha. Não tinha como negar, era tudo que eu queria. Deitei na cama e os dois ficaram um de cada lado batendo uma pra gozar em minha boquinha. Chupei os dois até sentir a pulsação e receber o primeiro jato em minha boquinha. Varias espirradas no queixo e cabelos e muitos litros na garganta. Minha boca encheu tanto que começou a derramar pelos lados. O sabor era muito bom, não sei se pelo tesão, mas sei que adorei ter dois caralhos enormes gozando juntos em minha boquinha toda lambuzada de porra que amei tanto. Foram murchando, mas mesmo assim eram bem maiores do que o do Ney. Ah, mas não podia acabar assim, chupei os dois até subirem outra vez. Quando dei por mim os dois já latejavam com suas cabeças mirando pro teto. Aquilo, sem brincadeira nenhuma, era a coisa mais linda do mundo, dois cacetes enormes e duros só pra mim se lambuzar, sentar, cheirar e fazer tudo que quisesse. Chupava os dois alternadamente e quando dava brecha de não chupar um deles, recebia umas batidinhas meladas de porra no rostinho. Do meu queixo ainda pingava muita porra quentinha, mas muita porra mesmo. Era um sonho. Comecei a cavalgar no cacete do Bruno, enquanto o Junior lambia meu cuzinho bem gostoso. Aqueles homens sabiam fazer uma mulher feliz. Empinava a bundinha todinha depilada e deixava o cuzinho totalmente aberto pra receber aquela língua que mais parecia mais um pinto molhado. Junior meteu um dedo bem gostoso até o fim pra alargar o cuzinho. Ficou com o dedo bem lá dentro, mexendo e deixando bem melado. Quando retirou deu pra eu chupar dizendo pra que experimentasse o sabor do meu próprio cuzinho. Chupei aquele dedo e adorei o gosto do meu cuzinho. O Junior deu uma cuspida no meu buraquinho e pois sua pica enorme na entrada. Pisquei de tesão. Foi colocando e senti uma dor tremenda, gemi quando ele meteu tudo. Puts, pensei que já tivesse entrado tudo, mas era só a cabeça. Ficou brincando só com a cabeça no meu cuzinho e meu prazer triplicou deliciosamente. Quando meu cuzinho acostumou-se com um pau e a bucetinha com outro, o Junior foi forçando aquela vara dura como rocha até que sentisse tocar o fundo da bundinha. Não conseguia dizer nada. O Bruno que estava em baixo de mim chupava meus peitinhos dizendo que era uma putinha que adorava pau grosso. Adoro pau grosso, adoro pinto grande, quero mais pau enorme vai. Eu implorava por pau. Como podia ser tão maravilhoso sentar em um cacete enorme e receber uma vara na bundinha. Que delicia. Nunca em minha vida pensei que pinto grosso e muito duro fizesse tão bem a minha xoxota e ao meu cuzinho melado. Os dois cacetes começar um entra e sai desencontrado que sentenciou o maior prazer de minha vida. Daria tudo na vida pra ficar ali uns duzentos anos sentindo aqueles cacetes duros dentro de mim. Quando um entrava outro saia me deixando toda suada. Como é gostoso dois paus grossos e duros. Os dois começar a meter mais rápido e senti que iríamos gozar os três juntos. Parecíamos dois cachorros e uma cadelinha no cio. Comecei a sentir meu delicioso orgasmo e senti durante muitos segundos jatos de porra dentro de mim. Virei o rosto e chupei a língua do Junior que ainda gozava em meu cuzinho encharcado de porra quente e sentia o Bruno gozar muito na bucetinha toda suada, esporrada, esfolada enquanto chupava meus peitinhos. Tiraram os cacetões de mim e mandaram eu deitar de perna aberta com o cu e a bucetinha bem a mostra. Fiz isso e pude ver sair porra como se fosse um rio. O Bruno meteu no cu até o fim e tirou todo lotado de porra do Junior e mandou eu limpar com a língua. Depois foi o Junior que meteu na bucetinha e fez eu limpar, o que fiz com muita vontade. Quando olhei pra porta... lá estava Ney e as meninas olhando. Quase tive um treco. A Carol olhava toda espantada e com a mão na boca. O Ney saiu correndo lá pra fora. A Paulinha correu até mim e lambeu meu cuzinho aproveitando o resto de porras quentes e deliciosas que tive o prazer de beber. Fiquei de quatro e deixei que ela limpasse. Depois de tudo fui atrás do Ney. Ah, ele tinha que esperar. Aqueles cacetes enormes eram bem mais valiosos do que o amor dele no momento. Sem me limpar, com o rosto todo melado de porra, fui falar com ele e expliquei que quem eu amava era ele e não os outros dois. Ele disse que me amava muito e que não viveria sem mim. Aproveitei da situação e disse que se ele me amava ele tinha que aceitar pois eu sentia de cacete de verdade e que ele não podia nunca me dar. Mostrei minha bucetinha pra ele toda arrombada e expliquei que depois daqueles cacetes ele não daria conta. Abri a boca e mostrei quanta porra eu havia engolido e que ele não conseguiria me melar tanto. “Vou continuar te amando, mas sou apaixonada por pica grossa e dura”. – coisa que ele não é, pintudo. Chamei o Bruno e o Junior pra trás da casa e fiz eles prometerem que não sairia dali o assunto. Disse a eles que o Ney aceitava ser corno pra sempre. E pra provar a todos que adorei e que o Ney aceitava, eu disse: “Me beija de língua mô pra sentir o goste de pinto grande”. – ele começou a me beijar loucamente. Me agachei e comecei uma chupeta nos três e dava uns beijos de língua no Ney. Fiquei beijando ele e batia uma punheta pros outros dois. Logo gozaram em minhas mãos. Depois que terminaram me lambuzei toda no rosto e mandei o Ney me lamber. Foi o que ele fez com nojo. Não suportei ver ele desprezar aquelas porras quentes e desisti de tudo, terminei o namoro com o Ney e fiquei com os dois cacetes enormes só pra mim. Mas faz duas horas que voltei com o Ney, mas moro com o Junior e com o Bruno aqui no centro de São Paulo e quando o Ney quer namorar, me visita, as vezes chega e estou toda fodida e melada de porra quentinha e adoro a vida que levo.

24/02/10

Meu chefe enrabou minha esposa na minha frente

Aquela noite seria especial para mim. Havia convidado meu chefe para jantar em casa depois de eu ter conseguido obter êxito em fechar um grande negócio para a empresa. Há bastante tempo eu esperava uma promoção e ainda não havia entendido o porquê de não ter conseguido, já que outros funcionários muito inferiores já tinham alcançado isso, e esperava abordar o assunto com meu chefe. Ele era um sujeito bem alto e musculoso, negro, adepto de esportes como tênis e squash, um pouco arrogante, mas acho que todo chefe é assim mesmo. Liguei para minha esposa do próprio escritório e lhe contei meus planos, pedindo para que ela deixasse tudo preparado. Depois do expediente, fomos no Mercedez prata dele até minha casa.

Minha esposa nos recebeu prontamente. Ela não só era, como também estava linda. Ela é descendente de japoneses, e é bem pequenina, embora possua um corpo invejável. Possuía seios robustos e grandes e, embora não possuísse um quadril muito largo, tinha um bumbum muito arrebitado e cheio, além de um par de coxas bem grossas. Naquela noite ela estava bem sexy com um vestidinho preto de alcinhas no ombro e bem justinho e coladinho ao corpo, o que salientava seus seios avantajados e as formas de suas coxas grossas. Como a comida ainda demoraria um pouco a sair, entramos e começamos a conversar os três na sala de estar, eu e minha esposa em um sofá e meu chefe no outro de frente para nós.

Eu comecei a perceber os olhares gulosos que ele dedicava a minha esposa, ora aos seios, ora as pernas, mas nada falei com medo de desagradá-lo, e sempre que podia tocava no assunto da promoção e do motivo de não ter saído ainda. Em uma olhada para minha esposa, achei que a mesma estivesse com as pernas um pouco abertas demais, entretanto, também deixei para lá, já que, querendo ou não, o fato do meu chefe olhar suas coxas não ia arrancar pedaço. Foi quando um fato inusitado aconteceu.

Ouviu-se um estrondo enorme lá fora e simultaneamente todas as luzes apagaram. Com certeza, o transformador havia estourado. Pedi calma e disse que iria até a cozinha para pegar um lampião que tínhamos guardado no armário. Demorei alguns minutos, devido a escuridão, mas consegui achar e acender o lampião, que apesar de ser uma peça antiga, iluminava bastante o ambiente.

Voltei para a sala com o lampião na mão, mas parei na porta estarrecido com a cena que vi diante dos meus olhos! Meu chefe estava em pé, com as calças arriadas, e minha esposa de joelhos na frente dele massageando uma piroca preta enorme! Era uma rola realmente imensa, e bem gorda, com uma grande cabeça roxa, pulsando de tesão entre as mãos pequeninas e delicadas de minha esposa, que apenas sorria para mim maliciosamente. Meu chefe também sorriu para mim e falou: “Tá vendo, amigo? Tá entendendo agora porque sua promoção demorou tanto? Mas se sua esposa trabalhar direitinho, amanhã mesmo você muda de sala!”.

Eu não sabia o que fazer ou falar, e por isso mesmo continuei parado e mudo. Minha esposa manejava o imenso cacete preto com maestria e, mesmo com um pouquinho de dificuldade, foi enfiando a rola boquinha adentro. Seus olhos de nissei chegavam a estar arregalados de tesão. Era a primeira vez que ela via uma rola preta, e tão grande, e parecia querer aproveitar cada centímetro. Ela envolvia a glande roxa com os lábios e dava algumas chupadas suaves e demoradas, e depois ia lambendo todo o corpo do pênis com a língua até chegar na base, quando então sugava cada bola preta e pentelhuda do negão.

Mesmo sem querer aquilo, meu pau tomou volume dentro de minhas calças. Minha esposa parecia ignorar minha presença. Suas pequenas mãos agarraram as nádegas do meu chefe e passaram a impulsioná-las para frente e para trás, a fim de movimentar o cacete dentro de sua boca. Meu chefe delirava de prazer fudendo a boca de minha mulher! A tora entrava quase toda, enchendo a bochecha dela e entupindo sua garganta. Após alguns minutos nesta gostosa sacanagem, minha esposa levantou e mandou-o ficar totalmente pelado. Ela retirou lentamente as alcinhas do vestido do ombro e deixou o vestidinho deslizar pelas suas pernas. Vi os olhos do meu chefe saltarem ao contemplarem os seios volumosos com mamilos durinhos de desejo, as coxas grossas e bem definidas e, principalmente, a rachinha pequenina e depilada dela.

Eu não acreditava no que via! Minha própria mulher havia tomado as rédeas da putaria e mandou que meu chefe deitasse no tapete da sala. Ela então ficou de cócoras encima de seu rosto e começou a esfregar lentamente a sua xereca naquela língua vermelha e sedenta. Apesar da pouca luz, eu podia ver a língua grossa entrando e saindo com rapidez da rachinha de minha mulher que pingava de tão molhada. O quadril dela rebolava cada vez mais rápido anunciando o que eu não queria acreditar! Ela olhou para mim com os olhos bem abertos e gritou: “Amor...não agüento mais! Vou gozar...vou gozar...vou gozaaaaaaaaaaaaaarrrrrrrrrrrr!”. Seu grito foi tão alto como a velocidade com que esfregava a xereca na cara do meu chefe! Seu rosto negro estava brilhando de tanto caldo e minha esposa já havia perdido o próprio controle de tanto tesão que sentia, esfregando a buceta nos olhos, nariz, boca, bochecha...enfim, na cara toda dele! “Ai, amor...que delícia...”.

Eu sentei no sofá e a tudo apenas assistia, já que meu pau já estava querendo rasgar as calças de tão duro. Minha esposa estava uma verdadeira puta! “Vem, cá, crioulão...tá na sua vez de gozar nesta xerequinha oriental, tesudo!”. Os dois levantaram e ela passou os braços em redor do pescoço dele. “Me tira do chão e me faz gozar de novo, teu puto!”. Meu chefe não esperou um segundo. Agarrou suas nádegas com as mãos e a levantou do chão. Minha mulher cruzou as pernas em volta de seu corpo e com a mão posicionou a pirocona na entrada da buceta. Não acreditei no que ouvi dela. “Agora me leva até o sofá onde está sentado meu corninho e fode esta xereca na cara dele que ele gosta!”. Meu chefe deu uma risada sacana e veio com minha esposa trepada nele e com a piroca ainda na portinha da grutinha.

Fiquei imóvel mas não posso negar que minha pica saltou de tesão. Ele parou com a bunda da minha esposa quase na minha cara! “Agora me fode, teu puto!”. As mãos do negão arreganhavam as nádegas de minha mulher e eu pude ver a xerequinha dela abrir-se lentamente e envolver o tronco negro e duro como aço com seus lábios pequeninos. Minha esposa gemia enquanto a jeba ia sumindo pelo buraquinho em direção ao útero! Nunca achei que minha esposa fosse capaz daquilo! As bolas do negão encostaram em seu rabo, e meu chefe começou então a fuder com violência a buceta dela. Minha esposa estava sendo literalmente arrombada e gritava num misto de dor e prazer a cada arremetida daquela bela rola. Fudiam com tanta força que a bundinha dela ás vezes batia no meu rosto. As veias da piroca dele pareciam saltar enquanto ele atolava a piroca como uma máquina de sexo. Minha mulher, totalmente arreganhada, movimentava o quadril o máximo que podia para ser preenchida por completo por aquele membro viril.

O negão judiava de mim: “Olha tua puta sendo fudida por este crioulo, teu corno! Vou fazê-la gozar na tua cara!”. Minha mulher não agüentou ouvir aquilo. Abraçou-se bem forte no corpo másculo daquele macho e gozou novamente, com fúria, como que querendo engolir o pau do negão com sua buceta. Minha esposa já estava quase desfalecida. O meu chefe puxou o cacete e eu pude ver o estrago realizado. Um buraco enorme indicava a pica de jumento que havia arrombado a xereca de minha mulher. Minha esposa não queria saber de descansar. Chupava a piroca dura como aço, querendo ganhar tempo para a última etapa. Ela não só sabia como queria fazer o que o eu estava pensando. “Vai, meu querido corninho...pega a vaselina para sua putinha, vai.”. Eu não acreditei mas obedeci assim mesmo. Fui até o quarto e peguei o tubo de vaselina na cabeceira ao lado da cama e voltei para a sala.

Ela já estava de quatro chupando o caralho preto. “Agora passa no rabinho de sua esposa putinha, amor, enquanto eu continuo a lubrificar esse pauzão!”. Eu tirei uma enorme quantidade de creme e passei em todo seu anelzinho. A pedido dela, enfiei primeiro um, depois dois dedinhos no seu cuzinho para acostumar um pouco. O meu chefe gemia já em um tesão antecipado de poder enrabar um cuzinho oriental. Ele postou-se atrás de minha mulher e apontou a pica para o rabinho já lubrificado. Com as mãos segurou as ancas dela e começou a forçar a entrada daquele cacetão preto na sua bunda. Mesmo com tanta lubrificação, a piroca avançava com dificuldade, devido a seu imenso tamanho. Minha mulher gemia, com os olhos fechados e os dentes cerrados, proferindo palavras sem sentido.

Resolvi ajudar. Enquanto o meu chefe fazia leves movimentos pra frente e pra trás a fim de atolar totalmente a pica naquele rabo, eu ia esfregando mais vaselina nas bordas do buraquinho dela e no que restava do pênis. Parece que aliviou um pouco, pois a piroca começou a escorregar mais fácil e os gemidos de prazer de minha mulher aumentaram. “Isso, tesão...enfia esse cacetão preto no meu cú branquinho...olha querido, seu chefe me enrabando bem gostoso...vou querer essa rola me jantando sempre aqui na nossa casa...na sua frente, corninho!”. A bundinha pequenina e macia já havia se acostumado a presença do membro e suas nádegas se abriam e fechavam envolvendo o pênis negro e avantajado. Os bagos duros e pentelhudos batiam na bunda enquanto eram dadas estocadas firmes e vigorosas. O negão começou a dar fortes tapas de mão aberta no seu rabo branquinho, que começou a avermelhar-se. Os seios fartos balançavam freneticamente devido a força com que eles fudiam. O negão castigava minha mulher dando-lhe uma surra de pica que ela nunca tinha levado na vida. Eu não agüentei mais e saquei meu pau para fora da calça e comecei uma punheta vigorosa, assumindo meu papel de corno manso. Meu chefe começou a acelerar os movimentos com fúria e retirou a pirocona do cú dela anunciando o gozo. Minha esposa arreganhou as nádegas com as mãos, mostrando o imenso buraco arrombado de seu cú que parecia pedir para beber toda porra do mundo. A ejaculação veio forte, fazendo a piroca negra pulsar, soltando uma quantidade imensa de porra bem grossa dentro do cú dela. O caldo escorria do buraco para a buceta e as coxas. Eu também não agüentei. Enquanto minha esposa virou-se para sugar com seus lábios sedentos as últimas gotas de porra da pica do negão, a visão do cú arrombado acelerou meu gozo e soltei toda minha porra de corno retida no cú que já estava completamente melado. Meu chefe sorriu bem sacana e falou: “Parabéns pelo seu novo cargo, amigo. E não me agradeça...agradeça a putinha da sua esposa.”. No dia seguinte, como prometido, assumi o novo cargo. Já meu chefe, passou a jantar cuzinho oriental uma vez por semana em minha casa.

12/08/08

Minha Mulher com meu tio (História Real)

By: Fred
Muito bem, vou ser breve e vou direto ao assunto. Meu nome é Fred e tenho 39 anos. Minha esposa Alexandra, 38, corpo lindo, rata de academia, se cuida muito. Temos 3 filhos, 15,6,3. No inicio deste ano, bateu em minha casa, meu tio Mauro, acho que ele tem 54 anos se não me engano. Pediu pra passar alguns dias. Meu tio Mauro, irmão de minha mãe não tem muita coisa na vida a não ser histórias pra contar. Farrista sempre gastou tudo com mulheres e festas e perambula pela casa dos parentes. Apesar de tudo ele é uma companhia agradabilíssima. As crianças o adoram. Ele é alto e magro, rosto já marcado pelo tempo, idade e noitadas. O recebi de braços abertos e ofereci a ele um quarto que na verdade foi uma lavanderia. Entrada por fora, para facilitar suas saídas. Apesar de ter algumas frestas, era muito confortável. Tudo que ele queria. Apesar disso o lugar é muito confortável e assim sua presença não mudaria muito a nossa rotina. Tio Mauro toda tarde nos entretia com suas histórias. Reuníamos-nos eu, mais as crianças e minha esposa Alexandra, antes de ela ir pra academia. Como já disse, minha esposa tem um corpão e quando vestia a malha de academia, sua bunda ficava de tirar o fôlego. Já no primeiro dia, percebi as olhadelas de meu tio para a bunda da minha mulher. Eu fingia que não percebia pra não constrange-lo, mas acho que no terceiro dia de estada do meu tio em nossa casa, percebi o grande volume sob a calça do desgraçado que logo disfarçou cruzando as pernas. Isso não me afetava afinal, é o preço de ser casado com uma mulher gostosa. Nessa noite, não sei porque, contei a minha esposa que vi meu tio excitado por causa de sua bunda. Ela ficou toda constrangida e disse que iria maneirar porque as crianças poderiam ver e ficaria chato. Pedi pra ela não ficar brava com meu tio pois era normal. Por alguns dias, ela não vestiu mais aquela malha mas logo começou a usar novamente. Teve um dia que estava tão enfiada em sua bunda que sinceramente achei que ela estivesse sem calçinha e a fim de provocar meu tio e eu é claro. Mais ou menos, uns 40 dias depois, minha mulher me pediu pra fazer uma alteração simples em nossa rotina de trabalho. Era assim: eu a levava, a deixava no trabalho, e nossos 3 filhos eu deixava na escola e ficava com o carro. Nesse dia ela pediu que eu ficasse no trabalho, que ela se encarregaria de deixar as crianças na escola e depois no final da tarde pegaria todos nós. Disse que precisaria do carro para visitar um aluno que estava doente, junto com sua diretora. Tudo bem, foi o que ocorreu, mas apareceu na empresa em que eu trabalho, o boy da loja de tintas e eles precisavam que eu escolhesse o tom de azul que nós precisávamos para uma reforma na casa, pois eles tinham que fabricar. Como não decido nada disso, liguei para a escola de minha esposa, mas ela não estava. Quem atendeu foi sua diretora e ela me contou que minha mulher tinha ido pra casa. Quando estava me preparando pra ligar pra casa, um colega me disso que iria passar na frente e me ofereceu uma carona. Ele iria fazer uma entrega e então me pegava novamente. Pedi pro boy esperar e fui pra casa.Nosso carro estava estacionado na frente de nossa casa e entrei rapidamente pra falar com minha mulher. Quando cheguei na porta, percebi que o tênis da minha esposa estava na frente da porta do quarto-lavanderia do meu tio Mauro. Cheguei perto da porta e ouvi uns gemidos estranhos, de dor. Alguém fazia Hã,hã,hã. Me assustei e resolvi sondar por uma grande fresta que havia do lado da janela de madeira. Quando botei o olho na fresta, meu coração disparou e uma tremedeira e uma febre tomaram conta de mim na hora. Era minha esposa quem gemia daquele jeito. Ela estava deitada de bruços, nua, peladinha, com a bunda empinada, enquanto meu velho tio Mauro, Peladão, de joelhos na cama tentava enfiar o pau no cú dela. Ela gemia porque o pau do meu tio, além de feio, é enorme. Muito grande mesmo. Eu estava ali paralisado como uma estátua e não sabia que atitude tomar. Mas eu não conseguia tirar o olho e nem tomar alguma atitude. Meu tio continuava a tentar enfia o pau no cú dela enquanto resmungava dizendo: eu quero essa bunda, quero essa bunda. Minha mulher suplicava dizendo que não dava, não entrava. Meu tio brigava dizendo que ela tinha que relaxar mas ela insistia que não dava. Por fim desistiu, tirou o pau dali, deu uma cuspida, (gente como é grande o cacete do veio),e tornou a colocar mas provavelmente foi na buceta porque ele se deitou sobre ela ao passo que ela levantou a cabeça pra cima e suspirou. Meu tio enterrou o pau na buceta da minha mulher e começou a meter, rápido e forte. Nunca imaginei ver tais cenas assim ao vivo. A metida que eles deram foi demorada. Não sei ao certo o quanto durou, mas a mim pareceu interminável. Eu estava excitado, nervoso mas tomei a rápida decisão de não interferir e nem flagrar. Minha vida toda foi pautada por decisões pensadas e estudadas. Eu não poderia simplesmente fazer uma lambança e perder tudo e todos em questão de minutos. Eu precisava pensar... e muito. Enquanto minha esposa se vestia, meu tio dizia a ela que iria comprar vaselina e que não desistiria de ter aquela bundinha. Escondido, ouvi minha mulher responder que não poderia sair do trabalho mais nessa semana e só seria possível na semana seguinte. Meu tio concordou e ironicamente, perguntou a Alexandra se ela já tinha me traído alguma vez. Ela respondeu que não e ele exigiu que ela jamais fizesse isso, porque eu não merecia. Como se o que ele tivesse feito não fosse nada! Que babaca!!!! Sinceramente não sei como meu tio chegou na minha mulher, nem como a convenceu a fazer aquilo!!! Levei uns três dias pensando no que fazer. Me senti mal as vezes mas agüentei. Até que decidi que não iria fazer nada. Nada porque gostei de ver aquilo, gostei de ver o meu tio comendo minha mulher!!! Soube que era isso porque sinceramente não agüentava mais esperar que isso acontecesse de novo. Eu estava muito ansioso. Antes, jamais tinha imaginado uma coisa dessas. Curiosamente parecia que eu estava mais e mais apaixonado por minha mulher novamente. Pode parecer estranho mais era isso que eu sentia. O sexo com minha mulher melhorou muito e caprichei mais também. Difícil explicar pra vocês. Bom, exatamente 7 dias depois, minha mulher pediu novamente aquela mudança de planos e é claro aceitei tranquilamente. Já sabia o que iria acontecer. Meu pau arrebentava dentro das calças e um calor muito forte tomava conta de mim. Mal minha mulher me deixou no trabalho, pedi dispensa, peguei um táxi e fui pra casa. Fiquei numa lanchonete a alguns metros de minha casa esperando minha mulher passar. 1 hora depois o carro passou e de longe vi ela entrar em casa. Fui logo e deu tempo de ver ela entrar no quartinho do meu tio. Apurei o passo pois não queria perder nada. Com cuidado, cheguei perto da porta e me desloquei pro seguro corredor entre o muro e a janela onde havia uma fresta que me dava uma visão cinematográfica do quarto e da cama. Faltou só a pipoca. (rs). Minha mulher estava sentada na cama e meu tio perto dela. Ela falava da escola em que trabalha no momento em que meu tio a fez levantar e a virou. Enconchou-a por trás e começou a esfregar-se na bunda dela. Ele é muito alto e tinha que se abaixar um pouco pra fazer isso. Hoje, eu como essa bundinha, dizia ele em alto bom som, sem se incomodar se alguém poderia escutar. Minha mulher em silêncio, de olhos fechados e com o rosto demonstrando prazer no que fazia, empinava e empurrava sua bunda contra o corpo do meu tio, Quando ele se afastou um pouco, pude ver que ele já estava plenamente excitado. O volume era imenso. Meu tio então se afastou. Desabotoou a calça e deixou-a cair. Ele estava sem cueca. Começou a esfregar aquele pauzão pela bunda da minha mulher. Logo a agarrou pelos ombros e a forçou a sentar na cama. Minha mulher se sentou e ficou com o pau na frente do seu rosto. Olhou ele por alguns segundos antes de agarrá-lo e começou a chupá-lo. Meu peito gelou ao ver aquelas cenas. Achei que iria ter um enfarte ali mas agüentei firme. Minha esposa forçava mas mal conseguia enfiar mais que a cabeça do pau de meu tio na boca. Ela chupava com uma maestria incrível. Nunca tinha percebido. O próximo passo de meu tio Mauro foi se afastar e pedir pra Alexandra tirar a roupa. Ela tirou uma camisa de botões branca e o sutiã. Tirou a calça social e a pequena calcinha preta que vestia. Meu tio começou a esparramar sobre seu pau um liquido que deveria ser a vaselina ou óleo. Arrumou minha esposa de bruços na cama e sussurrou algo a ela que não pude ouvir. Minha mulher apesar de pelada, permanecia com os tênis nos pés. Derramou aquele liquido sobre a bunda dela e começou a esparramar. Pela posição de seus dedos eu podia perceber que ele enfiava um ou mais dedos no cú de minha mulher pois ela gemia e se contorcia. Enquanto fazia isso, meu tio se arcou e passou a beijar a nuca dela. Isso durou um bom tempo. Meu tio se ergueu e tornou a jogar mais liquido em seu pau e também na minha mulher, precisamente no vão de sua bunda. A visão que eu tinha de toda a ação era muito privilegiada. Como assistir a um jogo de futebol da reta das arquibancadas. Eu pude ver a minha mulher se arrepiar toda quando meu tio forçava os dedos no cú dela. Então ele agarrou seu pau e ordenou a ela : ABRA . Alexandra jogou as duas mãos pra traz e abriu sua bunda. Pude ver seu cú lambuzado e vermelho, devido as investidas do meu tio com os dedos. Tio Mauro encostou a cabeça do seu pau ali e começou a empurrar. Minha mulher começou a gemer como se lhe faltasse ar. Temi por ela. Meu tio parecia não sentir pena nenhuma e mesmo quando ela lhe implorou pra tirar, ele não obedeceu e continuou a empurrar o corpo até que deu-se um soquinho e ai até eu percebi que o cú dela cedeu porque meu tio se aproveitou e enfiou. Minha mulher deu um gemido, mesclado de choro e prazer. Meu tio empurrou mais e seus corpos se uniram. Lentamente meu tio começou a meter nela. Enfiar e tirar. Alexandra continuava a manter sua bunda aberta com as mãos, o que proporcionava a mim a visão daquele cacete invadindo seu cú. Olha pessoal, é difícil descrever a sensação de ver aquele pau grande encher o cú de sua mulher, mãe de seus filhos e ver que ela está adorando isso. Suas mãos cansaram e ela soltou as nádegas e visão ficou maravilhosa. Meu tio dava grandes bombadas na bunda dela. Minha mulher gemia e meu tio elogiava a bunda dela e seu cú apertado. Anunciou que iria gozar e enfiou tudo no cú até gritar de prazer, completamente sem cerimônia!!! Então tirou aquele talo grosso e melecado de dentro da minha mulher e se deitou ao seu lado. Alexandra permanecia imóvel. Ouvi ela dizer que não podia se mexer de tanta dor que estava. Tio Mauro a consolou dizendo que já passava. Ela perguntava: Ta realizado tio ? Mais do que imagina!! respondia ele animado. Minha esposa se limpou e a partir daí quando senti que não iria dar mais nada, me masturbei ali mesmo naquele corredor. Quando terminei minha mulher já estava saindo.Foram apenas uns 30 minutos a duração de tudo. Esperei ela sair e também saí. Fui pra lanchonete, tomei um suco e fiquei aguardando, pra chegar em casa na hora certa. Avisei ela que viria de carona. Uma semana depois, meu tio anunciou que iria embora e que talvez voltasse pra passar alguns dias no fim do ano. Desde aquele dia, eu olhava pra minha esposa, mais precisamente para a bunda dela e ficava imaginando como ela conseguiu agasalhar o enorme pau de meu velho tio no cuzinho. A noite quando ela dorme, eu adoro me masturbar olhando a bunda dela, nua, de calcinha ou mesmo com a malha de academia. No dia em que meu tio foi embora, Alexandra não foi trabalhar de manhã, e eu infelizmente não podia faltar ao trabalho, mas tenho certeza que eles meteram . A calcinha que tinha visto ela colocar na noite anterior, estava num canto do chão do quartinho do meu tio, a cama desarrumada e outras indicações que me davam essa certeza absoluta. Minha vida desde então continua normal e quando estava escrevendo esse relato, decidi ligar pro meu tio e convida-lo pra vir passar alguns dias. Ele ficou de me dar a resposta. Meu objetivo é instalar uma câmera e filmar todas as relações possíveis que minha mulher tiver com meu tio para que eu possa assistir sempre que quiser. Foi tão gostoso que até parece que foi sonho. Abraço a todos, Fred.

05/03/08

Silvia.. a esposa...

Meu nome é Marcelo e tenho 38 anos, um dia fiz uma ligação para um celular e errei o ddd, ao invés de ligar para Campinas como eu queria liguei para um telefone de São Paulo e quem atendeu foi uma voz feminina muito sensual. Silvia era o nome dela e apesar da minha insistência ela não quis dar papo.Gravei o número do celular e resolvi que ia tentar de novo, a voz dela me levou a loucura. Liguei de novo e após muita insistência ela acabou batendo papo comigo; 32 anos, casada, morena, 1,70, 56kg, esta foi a descrição que ela me deu pelo telefone. Conversamos mais um pouco e marcamos de falar de novo pelo telefone no dia seguinte pois ela estava entrando em uma reunião. No segundo telefonema fui mais fundo e a convidei para um almoço, ela me respondeu que jamais iria sozinha e ia falar com o marido, fiquei meio curioso e resolvi que aquela voz valia a pena até com marido junto.No dia seguinte ela me ligou e me disse que não iria almoçar, mas se eu topasse poderíamos jantar os 3. Como sou casado tive que arrumar o tradicional “jantar com clientes” para arrumar o alvará e me preparei para a noite. Marcamos em um restaurante bem tranqüilo no dia seguinte, uma 4a feira e eu cheguei um pouco antes, me identifiquei para o Maitre e pedi para que encaminhasse o casal para a minha mesa, uma mesa de canto com 2 lugares no sofá e dois em cadeiras.Em 20 minutos minha agonia acabou, Silvia e Luiz Paulo entraram no restaurante e eu identifiquei na hora, ela era uma gata, linda, rosto de menina. Sentamos e ela sentou do meu lado já que eu tinha me posicionado no sofá, no começo estávamos todos ainda meio sem-jeito pelo inusitado da situação mas aos poucos fomos nos soltando, uma garrafa de vinho depois já estávamos muito amigos e bem mais soltos. Eu estava indo a loucura do lado da Silvia, ela com um vestido preto, costas nuas e uma racha na perna.... eu ia olhando e me excitando... fui chegando para perto dela e uma hora que o Luiz foi ao banheiro, comecei a roçar minha perna na dela.. cheguei mais para perto e porbaixo da mesa comecei a alisar sua perna.. ela me olhou, mas não disse nada. Luiz voltou e a conversa recomeçou, ele sentiu que estávamos bem próximos e sorriu.Minha mão acariciava a coxa de Silvia que estava inclinada para frente, começamos a conversar sobre sexo, fantasias, aventuras e Luiz falou que sonhava que Silvia aceitasse uma aventura a três, que ela era linda e sensual demais para não ousar. Mais que depressa me ofereci para ser o parceiro, Silvia estava sem graça e Luiz resolveu acelerar: - E então meu amor ? o que você acha ? Topa ?Silvia estava sem graça, não sabia o que dizer, e nesta hora subi minha mão por suas coxas e toquei sua calcinha.Ela gelou, não falava nada, nem me olhava. Levei meus dedos mais acima e comecei a afastar sua calcinha. Luiz, recostado na cadeira falou: - Calma gata, não precisa ficar assim, é uma grande brincadeira, certo Marcelo ?- Certo, uma deliciosa brincadeira.... – Disse, alisando as coxas de Silvia que mordia os lábios.Papo vai , papo vem e mais uma garrafa de vinho foram o suficiente para as carícias se intensificarem,; Silvia se levantou para ir ao banheiro, ajeitando a roupa, e deixou eu e Luiz conversando sobre suas qualidades. Paulo me tranqüilizou, disse que seu sonho era ver Silvia com outro homem, realizando todas as suas fantasias de mulher e que estava bem animado com o rumo da prosa.Silvia voltou, um sorriso no rosto, senti que era um bom momento para deixá-los a sós e fui ao banheiro. Ao voltar eles estavam radiantes, sorrisos abertos, sentei do lado de Silvia e ela chegou para perto, se encostando em mim, fiquei pensando aonde íamos chegar quando senti a mão de Silvia procurando o zíper da minha calça enquanto eu conversava com Luiz. Ela habilmente pegou meu pau que já estava enorme e por baixo da toalha começou a alisa-lo. Eu sorria, não conseguia disfarçar quando Luiz piscou para mim e disse: - Relaxa, aproveita...Eu segui o conselho a risca e abracei Silvia, o garçom olhava de longe e ela se divertia, beijando meu ouvido, sussurrando que estava adorando a brincadeira.Luiz sugeriu que fossemos tomar um drink em sua casa já que seus filhos estavam com a sogra. Aceitei de imediato e após me recompor por baixo da mesa, saímos do restaurante. No carro sentamos atrás eu e Silvia enquanto Luiz dirigia. Ela tirou a sua calcinha e abriu a minha calça, colocou meu pau para fora e começou a chupar, deliciosamente, sugando minha pica.... ela me olhou, montou em mim e encostou aquela bucetinha molhada, deliciosa no meu pau.. eu abraçava ela e senti meu pau deslizando para dentro dela..devagar.....Luiz dirigia devagar, olhando no retrovisor, ouvindo sua esposinha gemendo enquanto ela subia e descia no meu pau.. eu abraçava ela... não estava agüentando mais de tesão... sussurrei que tava louco..queria gozar....Neste momento Silvia começou a sentar com força, enterrando meu pau na sua bucetinha... e a gemer bem alto... eu não agüentei e explodi num gozo louco dentro da sua buceta e ela como resposta começou a gozar feito uma louca. Gozamos juntos.. ela abraçada comigo, no meu colo, e Luiz dirigindo o carro.Entramos na garagem do prédio e paramos na vaga, saímos os três do carro e Luiz perguntou: - E aí ? gostou ? quer mais ? Eu mais do que depressa respondi que sim, e dei um beijo na boca dela. Subimos e entramos, Silvia pediu um momento e entrou na área intima enquanto Luiz preparava uma bebida para nós.- Sabe, isso era um sonho antigo, fazia tempo que eu e a Silvia estávamos querendo fazer uma loucura, e aquela ligação, a sua insistência, vieram bem a calhar. Ela gostou da sua persistência !- A voz dela me enfeitiçou, fiquei louco, um pouco assustado com o convite de sair com vocês dois, mas agora to bem relaxado.Continuamos a conversar e fomos surpreendidos pela volta de Silvia, nua, linda, só com uma sandália de salto alto, sorrindo.- que tal meninos ? estou bem ? – e deu uma volta..Estávamos ambos de boca aberta e a reação foi imediata, em segundos os paus não cabiam nas calças.. ela se aproximou e se agachou na nossa frente... abriu os zíperes e com cada mão segurou nossos paus duros. Chupava um e outro, engolia um e depois o outro, não parava de chupar, nós olhávamos para baixo e a visão era maravilhosa... ela ficou em pé, beijou nossas bocas e foi até o sofá.. se ajoelhou no sofá e apoiou no encosto arrebitando a bundinha... - Venham, um de cada vez.... vemmmmmmm – ela choramingouNos olhamos e começamos a tirar a roupa, olhando aquela delicia rebolando para nós.Luiz foi o primeiro a se encostar em Silvia e enfio de uma vez, estava louco de tesão, eu me posicionei ao lado dela no sofá e ofereci meu pau que ela abocanhou com vontade. Luiz metia em sua esposa enquanto ela chupava meu pau, enfiava com vontade, com força e falava: - Toma putinha, era isso que você queria ? vadia gostosa.Silvia gemia e chupava sem parar. Afastei a cabeça de Silvia e sentei no sofá. Ela me olhou e entendeu na hora, pediu para Luiz esperar, tirar de dentro, e imediatamente sentou no meu pau que deslizou para dentro dela.... ela me abraçou e arrebitou bem a bundinha, com os olhos fechados sussurou: - Mete amor, come o meu cuzinho !Luiz segurou aqueles quadris maravilhosos e começou a enfiar, devagar... Silvia gemia baixinho com um pau me sua buceta e outro entrando em seu rabinho.... Luiz enfiou tudo...e ela me beijou, muito, alucinadamente.Luiz começou a meter devagar, enfiando e tirando do cuzinho gostoso de Silvia, ela beijava, louca, alucinada.. Luiz acelerou e começou a meter com força no cuzinho de Silvia que já estava gritando, gemendo, mexendo..... eu segurava Silvia que recebia estocadas forts do marido.... Luiz não agüentou e enterrou o cacete até o fundo gozando feito um louco.... sem tirar de dentro ele segurou Silvia enquanto eu começava a enfiar por baixo... Silvia gemia e gozava feito louca, ria e gritava, eu enfiava e sentia sua buceta encharcada.. gozei muito...beijando sua boca... enquanto Silvia gozava mais ainda... Luiz saiu de dentro dela e ela caiu por cima do sofá...as pernas em cima de mim..quase desfalecida.. suada.. gostosa....Passamos a noite juntos, nos revezando dentro dela, ora juntos ora separados e desde então não paramos de nos ver.

15/02/08

Fodendo a esposa do dorminhoco no avião

Sou policial e estava embarcando para os EUA a fim de fazer um curso na polícia local. Cheguei cedo para fazer o check in e logo embarquei tb, a fim de acomodar-me melhor. O Avião da American Airlaines é daqueles com poltronas em grupos de três, grandes e confortáveis, ideais para dormir a durante o vôo noturno. Não se passaram alguns minutos qdo chegou o casal q ocuparia as poltronas ao lado da minha. Ele, um cara gordo e com olhar antipático, coberto de pulseiras e cordões de ouro. Seu jeito já mostrava como era rico e como era asqueroso tb. Sua esposa era uma loirinha mignon, estilo modelinho, corpo malhadinho e bronzeado. Usava uma minissaia bem curtinha, esbanjando toda sua saúde. As marquinhas do bikini apareciam pelas laterais da saia e por cima do top, causando mais tesão ainda. Era o típico casal marido rico esposa gostosa q quer usufruir a riqueza mesmo q suporte o marido nojento. E põe nojento nisso. O cara dava uma patada atrás da outra na esposa. Eu, pra não arrumar confusão, fingia q nada ouvia, até q ele deu um tapa na cabeça dela, e fingir-me de cego não ia ser possível:_ Senhor, não faça mais isso. Pelo menos não na minha frente.O gorducho não gostou nada:_ A esposa é minha, e eu faço o q eu quiser!Na mesma hora tirei a minha funcional de polícia e avisei-o q da próxima vez daria voz de prisão imediatamente. O gorducho, qdo viu a barra pesar, calou a boca irritado, olhando feio pra esposa, q a tudo assistiu sem balbuciar uma palavra. Cinco minutos depois, o marido gordo foi ao banheiro da aeronave, e a loirinha gostosa virou rapidamente e falou:_ Senhor, muito obrigada por me defender. Poucos fariam isso por outra pessoa. Não vou deixar de agradecê-lo de alguma forma por isso.Eu disse q era mais do q minha obrigação e q estaria a disposição durante todo o vôo. Começou a anoitecer e a esfriar dentro do avião. Todos os passageiros cobriram-se com a grossa manta fornecida pela empresa. Por volta das onze horas, o marido gorducho gritou com a aeromoça q queria um copo d\'água para tomar seu remédio de dormir. Colocou uma máscara de repouso no rosto e protetores de ouvido, e em poucos minutos roncava de maneira estrondosa, no q era acompanhado, inclusive, por quase todos os outros passageiros. Eu já estava quase dormindo quando senti uma mão delicada penetrando por baixo da minha manta e repousando encima do meu caralho. Meu pau reagiu rapidamente, levantando a manta de tesão. Aliás, tenho uma piroca enorme de 22 cm e bem grossa e veiúda. A esposa loirinha começou a massagear todo meu pênis por cima da calça com uma habilidade incrível:_ É hora do agradecimento, querido.E dizendo isso, abriu o zíper da minha calça e abaixou-a até o meio das minhas coxas, libertando meu grosso membro. Senti sua mãozinha delicada envolvendo meu pênis e foi dado início a uma deliciosa punheta. Meu pau parecia um tronco em sua mãozinha diminuta. Sua outra mão surgiu por debaixo da manta, acariciando minhas bolas enquanto batia punheta com minha pica. O contraste era imenso! Numa mão uma piroca cavalar. Na outra, duas bolinhas durinhas e pequenas. Eu adorando tudinho...gemendo bem baixinho enquanto olhava o corninho roncando. A putinha sussurrou:_ Acho q sua piroca já tá grandona, gatinho...coloca ela dentro de mim, coloca...Caralho!!! O rostinho de colegial e a voz de menininha contrastavam com a vulgaridade das suas palavras e me deixaram com um tesão incontrolável! A putinha ficou de lado, oferecendo o quadril pra mim, com a minissaia já na altura da quadrilzinho. Eu juntei minha manta com a dela e encaixei meu quadril de lado, por trás dela. Ela era tão mignonzinha q meu cacete entrava por entre suas nádegas pequeninas e saía pela frente da buceta. Ela ficou assim algum tempo, travando minha piroca entre as coxas, enquanto alisava e apertava suavemente a glande do meu pênis q surgia pela frente da buceta. Fui sentindo um caldo quente e delicioso saindo daquela xereca e irrigando todo meu cacete. Eu delirava de tesão enquanto a putinha abusava de mim como forma de agradecimento. Ela sorriu novamente:_ Querido...agora quero o pau dentro da minha xereca...já lambuzei ele o suficiente. Vem enfiando devagarzinho, e só pára qdo sentir o saco bater na xereca, tá?Eu obedeci cegamente seus caprichos. Tive q chegar o quadril bem pra trás a fim da piroca sair da frente da buceta e posicionar-se na portinha da xereca úmida. Então comecei a invadi-la vagarosamente. Eu não podia acreditar. Sem entender, fui vendo todo a extensão do meu imenso cacete sumir lentamente dentro daquela bucetinha minúscula, sem parar. A putinha nem gemia de dor, apenas de prazer. Levou a mão por trás de minha nádega esquerda e foi ajudando a empurrar toda tora pela buceta adentro. Eu ia sentindo meu membro dilatando as paredes da buceta, totalmente molhadas, até q encostei minhas bolas na xereca dela. Que delícia! Meu tesão era enorme! A esposinha puta começou a rebolar lentamente a bunda com minha piroca entupindo sua xereca. Sem dizer sequer uma palavra, apenas me dava uma surra de buceta, ensinando-me q nas menores xerecas cabem os maiores caralhos. Segurei um dos seus seios e comecei a bombar levemente, apreciando o tesão de tudo aquilo. A puta apoiou as mãos no peito do maridinho, totalmente sedado pelo remédio, e usava-o de apoio para pressionar e enterrar todo caralho dentro da xereca. Não aguentei e sussurrei q iria gozar. Ela mandou eu ficar paradinho e levou o quadrilzinho pra frente, segurando apenas a cabeça da minha pica com os lábios da buceta. Meu esporro foi colossal. O esperma grosso e quente explodiu preenchendo todo buraco antes ocupado pelo meu caralho, e a cabeça da minha pica servia de rolha na xereca. Ela esperou meu caralho parar de pulsar totalmente, e então, levantou ligeiramente a coxa esquerda, deixando um vãozinho entre a cabeça da piroca e a buceta, por onde foi escorrendo toda a porra melada, sujando lentamente a coxa direita, minha coxa e minhas bolas. Nunca tinha visto tal putaria na minha vida! Endireitei-me na minha poltrona novamente, enquanto a vadia abaixava a minissaia. Sem q eu esperasse, curvou o corpinho e entrou debaixo da minha manta novamente. Em menos de trinta segundos, senti sua linguinha fina e ágil limpar todo meu caralho, deixando-o sequinho novamente:_ Pronto, querido. Pra não parar nunca de defender os mais fracos.Virou-se e dormiu com a cabeça no peito do maridinho. Não consegui mais dormir. Meu pau endurecia e latejava a cada hora, o q me fez tocar punheta e gozar ainda umas cinco vezes escondido debaixo da manta. No dia seguinte, no desembarque, apenas um piscar de olho qdo nos cruzamos, e contemplei aquela bundinha linda sumindo pela saída do Aeroporto de Miami.